Dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da FM analisa o uso de equipamentos ultraportáteis na ultrassonografia à beira-leito
Em 10/08/2026
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Maisa Ribeiro Araújo (em pé) defende dissertação de Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde (PPGES), da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG), em convênio firmado com o Programa de Pós-Graduação da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE) |
O Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde (PPGES) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG) realizou no dia 5 de agosto a defesa de dissertação de Mestrado, intitulada Avaliação do Conteúdo Gástrico Residual Utilizando a Ultrassonografia Ultraportátil, da médica anestesista Maisa Ribeiro Araújo, que teve como orientador o professor doutor Marcelo Fouad Rabahi e como co-orientadores a professora doutora Fabiana Aparecida Penachi Bosco Ferreira, da FM, e o professor doutor Luciano Cesar Pontes Azevedo, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).
Maisa Araújo, agora mestre em Ensino na Saúde, entrou no PPGES por meio de um convênio firmado entre a FM-UFG e Programa de Pós-Graduação da FICSAE. A defesa de sua dissertação ocorreu na sala do Conselho Diretivo da FM, com transmissão online. Participaram da banca examinadora, além de seu orientador, os professores doutores Fátima Mrué (FM), Leonardo Emílio da Silva (FM) e Anna Carolina Galvão Ferreira (PUC-GO).
“A pesquisa se baseou na premissa de que a ultrassonografia à beira-leito (POCUS) tem sido cada vez mais utilizada como ferramenta de auxílio diagnóstico e na tomada de decisão dentro da área médica. Equipamentos ultraportáteis (ultrassom de bolso) de diferentes marcas estão surgindo com mais frequência no mercado, com custos cada vez menores e com grande portabilidade”, comenta Maisa Araújo.
Segundo ela, o problema é que, apesar de haver tantos equipamentos ultraportáteis à disposição no mercado, não há parâmetros de comparação da avaliação da qualidade e da precisão das imagens e medidas geradas por eles. “A hipótese da pesquisa é de que teríamos concordância entre as imagens e medidas de um equipamento de ultrassonografia convencional e um equipamento ultraportátil na avaliação qualitativa e quantitativa do conteúdo gástrico residual (POCUS gástrico) utilizando como valor de referência o padrão-ouro, que é o volume real aspirado durante um exame de endoscopia digestiva alta”, diz a médica.
“Os resultados encontrados na nossa amostra foram de alta concordância no aspecto qualitativo e quantitativo do POCUS gástrico, avaliado pelo equipamento ultraportátil testado diante do volume real aspirado pela endoscopia digestiva alta”, conclui a nova mestre em Ensino na Saúde.
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