Os rastros da doença renal crônica, que é silenciosa e se arrasta por muitos anos
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Alunos da Faculdade de Medicina da UFG, membros da Liga de Doença Renal Crônica, participaram da primeira edição do Impacto, em Piracanjuba, no dia 13 de junho |
Os serviços de avaliação e prevenção de saúde mais acionados nas Ligas Acadêmicas de Medicina da Universidade Federal de Goiás são avaliações de glicemia, pressão arterial, verificação de peso, triagem de perda auditiva. A Liga de Doença Renal Crônica, por exemplo, foi muito requisitada durante a primeira edição do programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), que ocorreu na cidade de Piracanjuba, no dia 13 de junho.
De acordo com Cíntia Zancheta, da Liga de Doença Renal Crônica (DRC), o foco principal do seu grupo, ao longo do dia de Impacto, foi falar sobre a função renal e as doenças que a acometem. Segundo ela, há uma lista de enfermidades que vão empurrando o paciente para o abismo renal crônico, como diabetes, hipertensão, obesidade. Quem tem histórico familiar com algum desses problemas também deve se preocupar e fazer exames periódicos para saber como está sua saúde.
“A DRC é uma doença silenciosa que se arrasta por muitos anos, e quando a pessoa chega a ter sintomas, que são inchaços nas pernas, cansaço, alteração na urina, já pode cursar como paciente de uma doença crônica. Por isso, orientamos essas pessoas a fazer uma acompanhamento na unidade de saúde da sua cidade, para uma investigação mais profunda da pressão glomerular, por exemplo”, disse Cíntia.
Além das audições, durante o Impacto, a Liga de Doença Renal Crônica também colheu dados da glicemia capilar e aferiu a pressão arterial de quem ainda não tinha feito essa parte. Cíntia alertou que os pacientes com hipertensão arterial já têm fator de risco predisponente para desenvolver a alteração renal. Daí a importância de seguir esses rastros para antecipar tratamentos e cuidados.
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