A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares

A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares

 

A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares

Estudantes de Medicina da Universidade Federal de Goiás participaram das ações das Ligas Acadêmicas de Medicina em Piracanjuba, no dia 13 de junho, entre elas a de Medicina Intensiva, em evento promovido pelo programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), organizado pela Coordenação de Extensão da FM/UFG

Quando a Coordenação de Extensão da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) organizou a primeira edição do programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), em Piracanjuba, no dia 13 de junho, os alunos das Ligas Acadêmicas de Medicina da FM tiveram a oportunidade de exercer o que aprenderam em sala de aula, juntamente com professores que estavam lá para apoiá-los. Uma dessas ligas era a de Medicina Intensiva, especialidade muito importante na prática médica.

A Medicina Intensiva existe desde o começo dos anos 1950, quando surgiram as técnicas de ressuscitação, modernizando a gestão e as práticas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), criada na década de 1920. No Brasil, em 1981 foi reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB), e, em 1992, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo os próprios estudantes da Liga, a especialidade tem um papel central nas mudanças recentes, rumo ao futuro, das atividades médicas, porque o médico intensivista lida com diversas áreas dentro da medicina e precisa desenvolver um senso de liderança multidisciplinar.

A medicina intensiva é uma especialidade desafiadora e essencial na assistência a pacientes graves, onde cada segundo faz a diferença. Nossa liga acadêmica oferece uma oportunidade única de imersão no ambiente de terapia intensiva, aproximando os estudantes de medicina da prática em situações críticas”, dizem os alunos da FM no folder da Liga Acadêmica de Medicina Intensiva.

Segundo Adenilson Inácio, aluno do quarto ano de Medicina e um dos integrantes da Liga de intensivistas, ações como as realizadas pelo programa Impacto são fundamentais na formação médica, porque é uma colaboração mútua. “Senti que a população estava extremamente interessada em poder adquirir mais conhecimento sobre saúde. A ação cumpriu esse objetivo. A população queria aprender mais, e os alunos da Medicina, estando presentes aqui, conseguiram fazer a diferença. Eu me sinto com a sensação de dever cumprido”, disse Adenilson, na ocasião.

Depois de formados, ao escolherem a Residência em Medicina Intensiva, eles vão lidar com gestão de pacientes e emergências, atuando principalmente na UTI, no domínio da fisiopatologia de doenças críticas, que são qualquer uma que entre em estado crítico, que ameace a vida em falência de órgãos vitais. Geralmente são doenças cardiovasculares, oncológicas, neurológicas e degenerativas (como Alzheimer avançado, Parkinson), ou de insuficiência renal crônica, insuficiência hepática, queimaduras extensas e os resultados de acidentes de toda natureza que afetam o sistema vital.

 

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