Comissão do SAEME da Faculdade de Medicina se reúne com Diretoria para discutir relatório sobre indicadores de qualidade
![]() |
|
A partir da esquerda: Luis Alberto Eleutério (coordenador da Comissão), João Alírio Teixeira da Silva Júnior (presidente da Comissão), professoras Lívia Maria Lindoso Lima e Daniela Espíndola Antunes (integrantes da Comissão), Marcelo Rabahi (diretor da FM), e os estudantes Pedro Lucas Alves Alencar e Vinicius Augusto Ribeiro |
A Diretoria da Faculdade de Medicina se reuniu no dia 17 de junho com a Comissão especial para a avaliação do Serviço de Acreditação das Escolas Médicas (SAEME), criado em 2016 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com o objetivo de avaliar mais de 80 indicadores de qualidade das instituições de ensino médico, compreendendo vários domínios, como infraestutura, corpo discente, corpo docente e método de ensino, desenvolvendo assim uma visão crítica sobre a qualidade da formação médica no Brasil.
Relativamente novo, com metodologia modificada em 2020, o SAEME-CFM não é obrigatório, é um serviço facultativo, mas, segundo o presidente da Comissão da FM para esta avaliação, professor João Alírio Teixeira da Silva Júnior, o serviço pode trazer muitos benefícios para a instituição, motivo que levou a atual gestão a trabalhar na acreditação como demanda prioritária.
“O objetivo de submeter a FM a este escrutínio qualitativo é justamente de acreditar nossa instituição, mostrando vários detalhes da área de atuação que temos aqui, como a questão da estrutura física, a formação de professores e os serviços que oferecemos para nossos alunos da gradução. O que estamos fazendo com a Comissão vai nos ajudar a perceber melhor as qualidades da nossa escola e aquilo que ainda temos de ajustar”, diz João Alírio.
A Comissão da FM é heterogênea, com representação estudantil, técnica e docente. De acordo com seu coordenador Luis Alberto Eleutério, a FM teve uma avaliação bem sucedida pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), vinculado ao MEC, que é obrigatória. “Visualizamos que seria bom complementarmos a avaliação obrigatória, que tem caráter quantitativo e normativo, com esta que é voluntária, mas uma orientação qualitativa”, diz.
Segundo Luis Alberto, o SAEME representa o mais alto nível de reconhecimento da qualidade de uma instituição de ensino médico. Por isso, a Comissão está trabalhando bastante para reunir o maior conjunto possível de informação sobre os indicadores. “A reunião com o professor Marcelo Rabahi [diretor da FM], é para que ele entenda nossa visão sobre os indicadores de qualidade e nos apoie no que a Diretoria puder para elevarmos a qualidade de todos esses indicadores.”
A Comissão reúne seus integrantes semanalmente. A expectativa é de que, com esse trabalho, eles consigam levantar os pontos que precisam ser melhorados, e adequar os indicadores para uma futura visita de certificação que o SAEME fará.
Categorias: NOTÍCIA
