Grupo de pesquisadores da Engenharia e da Física da UFG visita Laboratório de Simulação Robótica da FM buscando ampliar parceria
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A partir da esquerda: Gabrielly, Ana Carolina e Heloisa (estudantes de Física Médica, do Instituto de Física), Davi Oliveira (engenheiro biomédico, servidor técnico da FM), Marco Antônio Assfalk de Oliveira (professor da EMC), Lourenço Matias (diretor da EMC), Rodrigo Lemos (diretor da EMC), Fátima Mrue (professora da FM), Emerson Nobuyuki Itikawa (coordenador do curso de Física Médica, do IF), Reinaldo Gonçalves Nogueira (professor da EMC) e Amanda Alencar Arrais (estudante de Engenharia Física, do IF) |
Um grupo de professores e alunos do Instituto de Física (IF), do curso de Física Médica, e da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação (EMC), do curso de Engenharia Elétrica, da Universidade Federal de Goiás (UFG), esteve na Faculdade de Medicina na terça-feira (09/06) para visitar o Laboratório de Simulação Robótica e Cirurgia Minimamente Invasiva, coordenado pela professora adjunta do Departamento de Cirurgia da FM, Fátima Mrue.
De acordo com o professor Emerson Nobuyuki Itikawa (coordenador do curso de Física Médica), o objetivo da visita foi estabelecer um contato para uma promissora parceria de pesquisa entre vários institutos e faculdades da área de engenharia, saúde e informática. O grupo todo envolve representantes da EMC, IF, Instituto de Informática (INF), Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) e FM.
“Nossa proposta é criar uma abordagem sinergética, uma abordagem interdisciplinar, para que consigamos juntar as exatas com a medicina”, diz o professor Emerson. Segundo ele, o grupo vislumbra fazer parcerias de pesquisas em robótica, colaborando, por exemplo, com a professora Fátima na parte de simulação em realidade aumentada, realidade virtual, que envolve o Laboratório visitado, que realiza simulação robótica de suturas e cirurgias com precisão de movimentos e imagens como se fossem cirurgias robóticas reais.
A parceria pode trazer resultados muito importantes em pesquisas, tanto na parte de constructos e aparatos quanto na área em que isso é aplicado, como a medicina. Segundo a professora Fátima, a visita do grupo aproxima as instituições para trabalhos que vão gerar melhorias para a população e para o ensino. “Entendemos que a interação que estamos iniciando agora é muito benéfica e profícua, e esperamos que seja de muito sucesso”.
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