Duplicacao dos andares do predio da FM-UFG

Projeto de expansão do prédio da Faculdade de Medicina começa a ser discutido

Duplicacao dos andares do predio da FM-UFG

A partir da esquerda: Heloisa Campos (estagiária do curso de Arquitetura e Urbanismo - FAV/UFG), Janes Cleiton (engenheiro, professor da EECA/UFG) Gustavo Luz (arquiteto, professor de Arquitetura e Urbanismo - FAV/UFG), Marcelo Rabahi (diretor da Faculdade de Medicina/UFG) e Bráulio Vinícius Ferreira (professor de Arquitetura e Urbanismo - FAV/UFG)

 

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás vai ampliar o espaço construído de seu prédio. A ideia é erguer mais dois pisos, que já estavam previstos no projeto original, mas que ainda não haviam saído do papel.

O diretor da FM, Marcelo Rabahi, se reuniu na semana passada com os arquitetos Bráulio Vinícius Ferreira e Gustavo Luz, professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Artes Visuais (FAV/UFG), e com o engenheiro Janes Cleiton, professor da Escola de Engenharia Civil e Ambiental (EECA/UFG), justamente para discutir a viabilidade dessa construção.

Atualmente, o prédio da FM tem três pisos, o térreo, o primeiro e o segundo andares. De acordo com o professor Bráulio Vinícius, os dois novos pisos terão finalidades distintas. O terceiro andar vai abrigar salas de aulas vinculadas a uma evolução no ensino médico, que envolve tecnologias de ponta. O quarto piso será destinado um centro de eventos.

“A ideia é aproveitar a vocação da vizinhança para o usufruto desses serviços do quarto piso, com as faculdades ligadas à saúde e o próprio Hospital das Clínicas. Além disso, haverá uma área de convivência que comporte atividades de comércio de alimentação e um espaço de descanso para os estudantes e para os servidores da FM”, comenta Bráulio Vinícius.

Segundo Marcelo Rabahi, o andamento das discussões está a passos largos. “A expectativa é que até o final do ano, a gente deva ter os projetos prontos”, diz. O prédio da FM foi projetado num estilo de arquitetura moderna, vinculado a uma datação histórica, segundo o professor Bráulio Vinícius.

“Tem a estética de uma plasticidade inspirada nesse modernismo, que é uma herança  da arquitetura moderna brasileira; então, você tem traços mais retos, estudos de uma vinculação à bioclimática, orientação para proteção solar, com as brisas, essas referências”, avalia.

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