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    <title>Medicina</title>
    <description>FM - Faculdade de Medicina</description>
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      <title>José Roberto Jardim, uma das maiores autoridades em pneumologia do país, torna-se pesquisador visitante da FM</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="José Roberto Jardim" title="José Roberto Jardim" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/02.06.2026-Professor_Visitante-IMG_20260602_110819539_HDR.jpg?1780438240" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/02.06.2026-Professor_Visitante-IMG_20260602_110819539_HDR.jpg" alt="José Roberto Jardim" width="600" height="452" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
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&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial, sans-serif;"&gt;A partir da esquerda: Daniela Tannus (médica pneumologista do Hospital das Clínicas/UFG), Marcelo Rabahi (diretor da FM) e&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;José Roberto Jardim (pesquisador visitante sênior da FM)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor da Faculdade de Medicina, Marcelo Rabahi, recebeu na manhã de hoje (02/06) em seu gabinete o professor Livre Docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), José Roberto Jardim, para conceder-lhe as boas-vindas à FM como pesquisador visitante sênior na área de pneumologia, até 2030.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jardim é uma das maiores autoridades desta área no país, com reconhecimento internacional. É professor e pesquisador em diversos segmentos da pneumologia, como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), reabilitação, tabagismo e na pesquisa da alfa-1-antitripsina (AAT), proteína importante na proteção do corpo humano, que faz parte dos estudos de ponta da medicina genômica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Além da pesquisa, a que dediquei toda minha vida profissional, outra coisa que vim fazer aqui foi lecionar, atividade que também sempre desempenhei, e espero colaborar com a Faculdade de Medicina, neste sentido”, diz o professor Jardim, que já orientou centenas de estudantes de medicina no mestrado, doutorado e residência, na Unifesp e em outras instituições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das funções centrais de sua carreira que lhe deram notoriedade, Jardim atuou como executivo de várias entidades e instituições nacionais e internacionais, tendo sido, por exemplo, presidente da Associação Latino-Americana de Tórax (ALAT), com sede em Montevidéu, e Diretor do Comitê de Relações Internacionais da American Thoracic Society, com sede em Nova York. É membro emérito da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e presidente de honra da Associação Brasileira de Portadores de DPOC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Marcelo Rabahi, a presença e a colaboração do professor Jardim na FM são de suma importância para a instituição, principalmente porque a FM acaba de implantar o Instituto Transnacional do Pulmão, cujo projeto já foi aprovado pelo Conselho Universitário, e no semestre que vem começa sua instalação física.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Nessa concepção do Instituto, haverá um Centro de Reabilitação Pulmonar. Uma das coisas que pedi ao professor Jardim é que ele possa atuar muito proximamente da gente na montagem desse centro, não só orientando a parte de assistência, mas também nos ajudando nos projetos de pesquisa. Para nós da Faculdade de Medicina, é um orgulho muito grande tê-lo aqui conosco. Estou muito feliz com sua presença”, diz Marcelo Rabahi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visita do professor Jardim ao gabinete do diretor da FM é oportuna pelo fato de ambos serem pneumologistas, e hoje ser o Dia do Pneumologista, celebração instituída no dia 2 de junho pela SBPT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nascido no Rio de Janeiro e radicado em São Paulo, muito simpático e cheio de histórias, Jardim desenhou rapidamente sua ligação com Goiás, a partir da árvore genealógica de sua família, com galhos frondosos em diversas direções, desde os Leopoldo Bulhões, passando pelos Caiado, os Jardim, os Veiga Jardim até os Alves de Castro, compondo assim uma diversa malha histórica da vida social e, especificamente, do poder em Goiás.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:13:45 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201541-jose-roberto-jardim-uma-das-maiores-autoridades-em-pneumologia-do-pais-torna-se-pesquisador-visitante-da-fm</link>
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      <title>Para reafirmar todo um passado, FM planeja criar Centro de Memória</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="fm" title="fm" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/FM1.jpg?1780072422" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Faculdade de Medicina está desenvolvendo um projeto para a criação de seu Centro de Memória, que será um espaço institucional de caráter permanente e sem fins lucrativos. A ideia já vem sendo gestada há muito tempo. O professor Heitor Rosa, por exemplo, que já se aposentou, é o pioneiro desse esforço, que voltou à pauta numa das reuniões de Conselho da FM no começo de maio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o professor Marcos Ávila, médico oftalmologista, um dos nomes à frente do projeto, a criação do Centro de Memória é importante porque é uma forma de manter viva a história da saúde e da educação médica em Goiás. “É uma oportunidade de reafirmarmos todo um passado da UFG”, comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor Mauri Félix de Sousa, médico nefrologista, que também será responsável pela criação do museu, afirma que o espaço traz um compromisso com o futuro, porque conserva dados que contam a história da medicina e carrega o conhecimento para as próximas gerações. “É importante para a memória, com documentação em vídeo, documentos escritos, imagem, com atividades culturais.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ele, o espaço já está garantido. Será feito no primeiro prédio da Faculdade de Medicina, que, por si só, já é um marco histórico da fundação da FM, que fez 66 anos em abril. “Teremos uma base sólida para construirmos a memória e o futuro, com toda a estrutura necessária para que se preserve isso”, diz o professor Mauri.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A história do museu começa na França do século XVIII, como primeiro acervo público, conforme registra a Enciclopédia (de D’Alembert e Diderot). O escritor francês Georges Bataille utiliza uma metáfora orgânica, típica dos estudos médicos, para descrever a função do museu, que, segundo ele, “é como os pulmões de uma grande cidade. Todo domingo, o público mergulha como sangue dentro do museu e emerge purificado e fresco.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A medicina é uma das profissões mais antigas do mundo. São raras as profissões que existem hoje que foram citadas na Bíblia, por exemplo. Quando um médico aciona seu saber técnico, profissional, dependendo de como foi formado, ele está acionando uma memória secular, passando por saberes milenares, que vêm sendo apurados e acurados, até chegar a nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Onde essa memória pode ser acessada por leigos, por cidadãos que só querem entender melhor a história de uma profissão que ajuda a nos manter de pé, fisicamente e psiquicamente? Nos memoriais, nos museus, nas galerias históricas.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 29 May 2026 13:31:33 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201388-para-reafirmar-todo-um-passado-fm-planeja-criar-centro-de-memoria</link>
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    <item>
      <title>Alunos da FM participam do Teste de Progresso da Região Centro-Oeste, uma importante avaliação externa da ABEM</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Alunos da FM participam do Teste de Progresso da Região Centro-Oeste, uma importante avaliação externa da ABEM" title="Alunos da FM participam do Teste de Progresso da Região Centro-Oeste, uma importante avaliação externa da ABEM" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/IMG-20260528-WA0002.jpg?1779973171" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/IMG-20260528-WA0002.jpg" alt="Alunos da FM participam do Teste de Progresso da Região Centro-Oeste, uma importante avaliação externa da ABEM" width="600" height="800" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Teste de Progresso é aplicado aos alunos da FM, com fiscalização dos técnicos administrativos e dos docentes; no dia 2 de setembro de 2026, a etapa nacional será feita, com aplicação online&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), do 1º ao 6º anos, participaram ontem (27/05) do Teste de Progresso do Consórcio Centro-Oeste, uma importante avaliação externa promovida pela Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na FM, o teste tem o apoio da Direção, e sua aplicação ficou a cargo do vice-coordenador de curso, professor Sebastião Leite Pinto, e do técnico administrativo em Educação, Rodolfo Gontijo de Souza. Segundo o professor Sebastião, o teste é importante porque analisa a qualidade do ensino médico, focando na aquisição de competências ao longo da formação, além de oferecer aos(às) estudantes a oportunidade de autoavaliação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Outra importância do teste é que ele também possibilita às escolas a autoavaliação de seus projetos pedagógicos, em alinhamento às necessidades de saúde da população brasileira”, diz o professor, informando ainda que o teste ocorre por adesão, e é feito todo ano, sendo uma etapa regional - esta que foi realizada ontem - e outra nacional, que terá aplicação online no dia 2 de setembro de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Teste de Progresso foi aplicado em 42 escolas de Medicina da região Centro-Oeste, em 32 cidades, de forma simultânea. Na Faculdade de Medicina da UFG, sua realização foi patrocinada pela Comissão de Residência Médica do Hospital das Clínicas (COREME/HC/UFG), que fez a impressão de todo o material para as provas, cuja fiscalização contou com o apoio dos técnicos administrativos em Educação e dos docentes de Medicina.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 10:13:14 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201351-alunos-da-fm-participam-do-teste-de-progresso-da-regiao-centro-oeste-uma-importante-avaliacao-externa-da-abem</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Um profundo interesse pelo humano - X COEMCO se despede e anuncia o próximo em Campo Grande-MS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Um profundo interesse pelo humano - X COEMCO se despede e anuncia o próximo em Campo Grande-MS" title="Um profundo interesse pelo humano - X COEMCO se despede e anuncia o próximo em Campo Grande-MS" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Capa-27.05.2026-IMG-20260522-WA0001.jpg?1779888470" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/27.05.2026-IMG-20260522-WA0000.jpg" alt="Um profundo interesse pelo humano - X COEMCO se despede e anuncia o próximo em Campo Grande-MS" width="600" height="263" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Renato Calebe (estudante do quarto ano de Medicina da UFG, que atuou como monitor de sala no X COEMCO), Marcia Cardoso (mediadora de sala/UnB), Thiago Figueiredo de Castro (mediador de sala/UnB e UnDF) e Pedro Henrique Abreu (estudante do quarto ano de Medicina da UFG, mediador de sala)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na semana passada, Goiânia recebeu a décima edição do Congresso de Educação Médica do Centro-Oeste (COEMCO), e foi um sucesso, segundo os organizadores. O evento, realizado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), contou com a participação de 60 palestrantes nas mesas redondas e nas rodas de conversa, que falaram para um público heterogêneo de mais de 400 inscritos, vindos dos três Estados da região e do Distrito Federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento realizou uma série de 20 rodas de conversa, nas quais falou sobre a necessidade de os estudantes se colocarem como protagonistas de sua própria trajetória, o fortalecimento da integração ensino-serviço-gestão-comunidade, a questão da inclusão das pessoas politicamente sub-representadas, a educação médica na era digital, sobre áreas verdes e janelas formativas, todas no estilo “como fazer”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cerne do COEMCO teve como tema a educação médica inovadora e popular, num esforço de inclusão e conscientização dos problemas sociais que precisam ser enfrentados e da luta contra as desigualdades, com ética e um profundo interesse pelo humano e pelo lugar de cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A base dessa busca por uma educação médica popular são o pensamento e o ensino de um dos maiores educadores do século XX, Paulo Freire, cujo nome está presente numa das salas onde se realizaram as rodas de conversa. As mesas redondas também levantaram debates importantes sobre o presente e o futuro da medicina no Centro-Oeste, região protagonista do evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No encerramento, o diretor da FM, Marcelo Rabahi, reforçou a grandeza do evento e o orgulho de representar a casa que recebeu o X COEMCO, a Casa de Francisco, como é carinhosamente chamada a Faculdade de Medicina da UFG, por ter sido fundada pelo médico e professor Francisco Ludovico de Almeida Neto, cujo centenário será celebrado no ano que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rabahi finalizou sua fala citando em árabe um provérbio da cultura árabe que costuma ouvir de sua mãe, e que reflete a dívida que todos temos pela educação e por aqueles que nos ensinam: “Àquele que me ensinou, sempre terei respeito e gratidão”, ou “aquele que me ensinou uma letra me tornou seu eterno devedor”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estudante de medicina Vitória Ferreira Alves, da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul, encerrou o X COEMCO convidando a todos para a décima primeira edição do evento, a ser realizada em Campo Grande, capital sul-mato-grossense, no ano que vem, onde as questões da educação médica serão ampliadas para as questões relacionadas a saúde e território. “Discutir formação médica é entender o território”, conclui.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 27 May 2026 10:36:26 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201303-um-profundo-interesse-pelo-humano-x-coemco-se-despede-e-anuncia-o-proximo-em-campo-grande-ms</link>
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    </item>
    <item>
      <title>A anatomia da inclusão - professores e estudantes de Medicina dissecam o tema no X COEMCO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="X COEMCO 2026" title="X COEMCO 2026" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/X_COEMCO.jpeg?1779812549" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/X_COEMCO.jpeg" alt="X COEMCO 2026" width="600" height="400" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Francis Solange Tourinho, Vitória Alves Caetano, Miguel A. Toledo e Thalles Eduardo Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inclusão, no tema intitulado “Até que ponto a educação médica é Diversa, Equânime, Inclusiva e Acessível (DEIA)?”, foi o objeto de debate da mesa redonda da manhã de sábado (23/05) do X Congresso de Educação Médica do Centro-Oeste (COEMCO). Mediada pelo estudante de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) e presidente-discente do evento Thalles Eduardo Ribeiro, a mesa contou com palestras de Miguel A. Toledo, professor da UFG, Francis Solange Tourinho, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e Vitória Alves Caetano, estudante de Medicina da Universidade de Brasília (UnB).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se os tempos estão mudando, com o advento das novas tecnologias, em todas as áreas e no mundo inteiro, a medicina não ficaria de fora. Mudaria pelos novos ventos, simplesmente, ou estrategicamente. Professores e alunos de Medicina do Centro-Oeste brasileiro entendem que a mudança precisa ser estratégica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso mesmo, para aliar a sofisticação do uso da robótica e da Inteligência Artificial nas salas de cirurgia e de atendimento médico com a política de saúde universal do Estado brasileiro, a palavra de ordem é equidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Francis Tourinho, a equidade é um dos parâmetros mais democráticos dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), e, para ela funcionar, é preciso equalizar o acesso. A inclusão é a política de equalização, não só em relação aos serviços, mas também sobre o perfil social e racial dos estudantes de Medicina. “Entender que nós chegamos em tempos diferentes é fundamental. A dificuldade de chegar é a barreira, a política da inclusão é o elemento equalizador”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Espelho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Miguel A. Toledo segue essa mesma toada de pensamento. “Mudar a cara da medicina é um imperativo ético e constitucional”, diz ele. Essa cara já está mudando. Quando a professora Francis chegou ao palco do teatro Asklepiós, da FM, onde ocorreu a mesa redonda, ela olhou para a plateia de futuros médicos e disse: “É algo muito impactante me ver na plateia.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante muitos congressos de que Francis participou, quando era estudante nos anos 1980 e começo dos anos 90, ela não se via entre seus pares. Mulher negra, que hoje usa roupas marrons depois do trauma da adolescência de ouvir que pessoas negras não podiam usar marrom porque era feio, Francis conhece bem a importância da inclusão. Hoje, a plateia de estudantes de Medicina está começando a se tornar espelho. “Poder me ver na plateia tem tudo a ver sobre o que estamos falando aqui.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inclusão tem a ver com diversidade, que possibilita o espelho social, racial e de gênero para todo mundo, mas também precisa oferecer a acessibilidade - como a construção de rampas e elevadores especiais, pisos táteis, Libras - e tratamento equânime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras e gestos importam&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, a inclusão estará incompleta se a ela não se adicionar um ingrediente fundamental, básico e absolutamente necessário, o fator humanista, que está alojado na ética, que o professor Miguel Toledo mencionou anteriormente, sem o qual a estrutura não funciona, e que Vitória Caetano, PcD auditiva, enumerou bem: afeto, o bom afeto, compreensão, um gesto de paciência, uma palavra mensurada pelo carinho na hora de orientar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Vitória, há muitas e boas leis que garantem a inclusão, mas depois de ingressar na universidade, muitas vezes o estudante é deixado lá, como quem larga uma criança num barco todo equipado, mas sem ninguém para navegar junto. No seu caso, ela é deficiente auditiva, e fala pelo seu grupo nas suas dificuldades de estar naquele lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Todo mundo na cadeia estrutural da universidade, especialmente os professores, na linha de frente, tem de entender que o PcD acumula adversidades na sala de aula desde que começou a estudar”, diz Vitória. “Há momentos em que tudo de que precisamos é compreensão dessas adversidades, uma palavra de incentivo, uma demonstração de preocupação, de interesse pelo aluno”, pondera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inclusão também é sobre acolher. E é disso que Vitória fala, da economia de afetos. Ela se refere aos PcDs, mas pode ser qualquer grupo socialmente vulnerável. “O ambiente ideal da acessibilidade é oferecer condições ao aluno, afirmar sua capacidade, dizer que a deficiência não define sua competência, é ajudar a refinar suas experiências, porque ele não é burro.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É só dar a mão que o aluno vai longe, e não se trata do curso em si, mas da pessoa. “Queremos muito estar aqui, ser médicos, ser engenheiros, só que as vezes não conseguimos por essas barreiras, porque a consciência da falta disso é a sobrecarga, a invisibilização, o adoecimento e a evasão silenciosa”, comenta Vitória.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 26 May 2026 13:30:19 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201280-a-anatomia-da-inclusao-professores-e-estudantes-de-medicina-dissecam-o-tema-no-x-coemco</link>
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    <item>
      <title>Por uma saúde popular, acessível e humana - X COEMCO debate inovação e tecnologia no ensino da medicina </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Por uma saúde popular, acessível e humana - X COEMCO debate inovação e tecnologia no ensino da medicina " title="Por uma saúde popular, acessível e humana - X COEMCO debate inovação e tecnologia no ensino da medicina " src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/25.05.2026-IMG_20260522_193240762.jpeg?1779716890" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/25.05.2026-IMG_20260522_193240762.jpeg" alt="Por uma saúde popular, acessível e humana - X COEMCO debate inovação e tecnologia no ensino da medicina " width="600" height="400" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
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&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Ana Maria de Oliveira, José Eduardo Baronesa, Miguel A. Toledo, Camila Caixeta, Eliane Terezinha Afonso, Denise Afonso, Celmo Celeno Porto e Thales Eduardo Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizada na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, nos dias 22 e 23 de maio, a décima edição do Congresso de Educação Médica do Centro-Oeste (COEMCO) propôs uma série de debates que atualizam as questões mais prementes do ensino de saúde no Brasil. O tema deste ano foi “Educação Médica Inovadora e Popular para a Transformação Social do Centro-Oeste”, com mesas redondas e várias rodas de conversa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na abertura do evento realizado pela Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), na noite de sexta-feira (22/06), o estudante da FM, Thales Eduardo Ribeiro, presidente-discente do evento, fez a primeira fala do ciclo de pronunciamentos, dizendo que, para atravessar os abismos da desigualdade na saúde pública, só construindo pontes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Quando pensamos em inovação em medicina, a mente costuma viajar para robôs, inteligência artificial, tecnologia de custos astronômicos, mas, no contexto da saúde popular e do nosso Sistema Único de Saúde, o SUS, inovar assume um significado muito mais humano e urgente. Inovar na saúde popular significa criar pontes onde o isolamento social construiu abismos, significa humanizar o acesso, simplificar processos complexos e garantir que a ciência mais avançada chegue às comunidades mais vulneráveis”, diz Thales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora Ana Maria de Oliveira, presidente-docente do X COEMCO, também falou. Ela agradeceu a ABEM e todos que trabalharam para a realização do evento, e convidou estudantes, professores e gestores dos cursos de Medicina a unir forças e criatividade para compartilhar expertises, angústias, reafirmando assim o compromisso com uma educação médica de qualidade e responsável. “Precisamos de uma educação médica que venha para o necessário cuidado de que as pessoas precisam nesse mundo tão desigual em que vivemos.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesa de abertura também estavam presentes José Eduardo Baronesa, Diretor Regional da ABEM Centro-Oeste e professor de medicina da UnB, Celmo Celeno Porto, da UFG, Denise Afonso, diretora da ABEM, representando seu Diretor-Presidente Sandro Schreiber de Oliveira, Eliane Terezinha Afonso, coordenadora do curso de Medicina da UFG, Camila Cardoso Caixeta, vice-reitora da UFG, representado a reitora da UFG Sandramara Matias Chaves, e Miguel Águila Toledo (UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua fala, José Eduardo Baronesa ressalta que o evento privilegia o diálogo e a escuta. Segundo ele, “formar médicos e médicas é antes de tudo um trabalho coletivo.” Para Denise Afonso, a educação passa por uma metamorfose no mundo inteiro, e a Medicina está nesse processo também. E a melhor maneira de acompanhar essas mudanças, diz Denise, é confluir como as águas de um rio, citando o conceito de confluência do filósofo popular Antônio Bispo dos Santos, o Nego Bispo. “ Confluir é ao mesmo tempo render e ampliar nossas próprias potências”, argumenta Denise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eliane Terezinha Afonso falou em nome da FM, e agradeceu a presença de todos no evento, destacando a importância do coletivo regional que, juntando forças das diversas escolas de Medicina do Centro-Oeste, consegue fazer um trabalho notável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela lembra que o diretor da FM, Marcelo Rabahi, demonstrou satisfação ao ver a movimentação dos espaços da Casa de Francisco (como é conhecida a FM), com alunos, professores e demais públicos do evento transitando entre as salas, pelos corredores, conversando. “Ele falou ‘quero ver a Faculdade desse jeito, quero ver a gente discutindo, quero ver rodas de conversa’, e eu eu falei ‘eu também’. Nós que estamos aqui queremos isso”, diz Eliane.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A inteligência humana em parceria com a IA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os palestrantes que fecharam o evento daquela noite foram Denise Afonso e o convidado especial Celmo Celeno Porto. Denise continuou seu discurso sobre a necessidade e a importância de a sociedade acadêmica olhar para o futuro observando o presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Discutir a educação médica é discutir o cuidado em saúde e a sociedade que queremos construir, uma sociedade da qual fazemos parte, que depende muito do que construimos hoje para dizer o que vamos viver daqui a pouco. A formação em saúde precisa estar conectada com a realidade das pessoas, com as necessidades do SUS, com a defesa da vida, da ciência e da dignidade humana. Precisamos formar pressionais tecnicamente competentes, mas, acima de tudo, também sensíveis às desigualdades”, diz Denise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Celmo Porto - que recebeu afago dos colegas e uma placa de homenagem pela sua longa trajetória no ensino da medicina, na pesquisa e na lúcida capacidade de pensar o humano no amplo contexto social e nas relações com o ambiente da saúde e da tecnologia -, é preciso investir na sensibilidade, na capacidade afetiva e no dom de saber ouvir o outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ele, a relação do médico com o paciente tem de ter essa base, porque já estamos no futuro, e o que o futuro nos propõe é um inescapável enlace entre inteligência humana e inteligência artificial. Não dá para escapar disso, e esta relação pode ser saudável. “A Inteligência Artificial vai participar de todas as atividades humanas, e na medicina não é exceção. Trata-se de uma disrupção, não é uma mera mudança de paradigma, é uma mudança radical”, diz Celmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O ato médico básico é o exame clínico”, afirma o professor. Ele chama a atenção para esse procedimento fundamental, e fala que até nessa relação médico-paciente, a nossa inteligência natural vai ser uma parceira da IA.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 25 May 2026 10:57:43 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201230-por-uma-saude-popular-acessivel-e-humana-x-coemco-debate-inovacao-e-tecnologia-no-ensino-da-medicina</link>
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      <title>Com várias atividades e conferências, X COEMCO vai até amanhã, na Faculdade de Medicina</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" X COEMCO " title=" X COEMCO " src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/22.05.2026_-_X_COEMCO_-_IMG_20260522_092706009_2.jpeg?1779475880" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/22.05.2026_-_X_COEMCO_-_IMG_20260522_092706009_2.jpeg" alt=" X COEMCO " width="600" height="336" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
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&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;A partir da esquerda: Higor Chagas Cardoso, mediador da mesa, Daniel Valsecchi, Tárik Kassem Saidah e Rodrigo Cariri (ao microfone), conferencistas&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Faculdade de Medicina recebe hoje e amanhã (22/05 e 23/05) a décima edição do Congresso de Educação Médica do Centro-Oeste (COEMCO). A primeira ação do evento foi a mesa redonda  intitulada “Perspectivas e Desafios à expansão da Residência Médica no Centro-Oeste”, que discutiu déficit de vagas, desigualdade na distribuição, precarização das bolsas e participação do SUS, uma vez que há um gargalo desafiador nessa etapa de formação dos médicos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mediada por Higor Chagas Cardoso, professor de medicina da UniEVANGÉLICA, de Anápolis, a mesa redonda ocorreu no Teatro Asklepiós, da FM, com a participação de Rodrigo Cariri Chalegre de Almeida, diretor de Programa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde, Tárik Kassem Saidah, vice-presidente da Comissão Estadual de Residência Médica (CEREM), e Daniel Valsecchi, médico residente de psiquiatria na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), da Universidade do Distrito Federal (UnDF).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor da FM, professor Marcelo Rabahi, esteve lá para saudar os participantes e falou um pouco sobre a importância do COEMCO. Segundo ele, a prática médica passa necessariamente pela formação dos docentes e pelo modo como os docentes se envolvem nessa formação. “Essa é uma construção que deve ser feita em conjunto, com professores, alunos e diretores. Que a excelência do ensino médico possa ser gestada a partir de eventos como o COEMCO.” &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rodrigo Cariri falou das políticas de saúde pública, da necessidade de investimentos e  como isso afeta a questão da residência. Segundo ele, há uma série de problemas que contribuem para a defasagem no programa de residência no Brasil inteiro. Um dos problemas é que o ritmo de crescimento na graduação é bem maior do que o ritmo de crescimento na especialização. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proporção entre médicos especialistas e não especialistas era de 60/40, mas não é mais. O desequilíbrio ameaça abrir vantagem. Atualmente, no Brasil, existem 677.741 médicos, e 347.628 deles fizeram residência, tornando-se especialistas. Além disso, a procura por certas especialidades é baixa, e a concentração regional de especialistas é alta. Neste quesito, o Centro-Oeste não está mal. Só o Sudeste concentra mais especialistas do que nossa região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que a desigualdade impera na relação entre centro e periferia, ou capital e interior. Outra evidência conjuntural é que, na região Centro-Oeste, Goiás está melhor servido de especialistas do que Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Além disso, algumas especialidades têm baixa procura, como a residência em endocrinologia. “Ninguém quer mais, e o quadro de especialistas está envelhecendo”, diz Cariri.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O futuro tem de ser coletivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na avaliação de Tárik Kassem Saidah, essa crise de descompasso tem a ver também com o fato de a especialização ter mais complexidade do que a graduação. Em Goiás, diz ele, há um expressivo crescimento da capacidade formativa em residência médica, mas está concentrado em Goiânia e algumas cidades. E os médicos tendem a se fixar onde fazem residência, não migram para lugares mais ermos. Essa parte tem mais a ver com políticas públicas e investimentos específicos por parte do poder público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além desses problemas estruturais já apontados, segundo Saidah, as dificuldades na ampliação de vagas passam por pelo menos quatro questões. A primeira delas é a preceptoria. “O preceptor tem uma demanda, tem de ensinar, tem de se atualizar.  E ele precisa ser valorizado.” &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, treinamento e serviço estão interligados, porque têm a ver com as condições de ensino, e é a segunda dificuldade. A terceira é a estrutura de matriz de competência. “Ao colocar uma residência no interior, vou ter condição de ter uma cirurgia mais complexa? Uma cirurgia de vídeo, estágio de reprodução assistida? Tudo isso gera dificuldade na questão de interiorizar residência médica”, diz Saidah, que aponta a distribuição e o valor das bolsas para residentes como a quarta dificuldade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas há caminhos que podem ser abertos, diz Saidah. Melhorar as condições de capacitação dos preceptores - “preceptoria é o elo essencial”, lembra Saidah -, sua valorização, a percepção de seu grau de importância, bem como as condições estruturais e o aumento das bolsas, tanto em valor quanto em números. E tudo isso deve ser feito com o envolvimento de todos. “O futuro precisa ser construído coletivamente”, conclui. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já Daniel Valsechi, médico residente em psiquiatria na UnDF, em Brasília, diz que a maior dificuldade que a região Centro-Oeste enfrenta na questão de especialistas é a de reduzir os vazios no mapa da desigualdade. As cidades menores sofrem mais, porque, conforme já havia dito Saidah, ninguém se move do conforto conquistado, quando se forma e faz residência, em direção a novos perrengues nos rincões do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Valsechi, além da explosão do número de vagas de graduação, que a residência médica não acompanha, há pelo menos dois outros elementos impeditivos no fechamento da equação: a judicialização das vagas das residências, afetando diretamente os programas de políticas públicas como as cotas; e a baixa qualidade na produção de pesquisa nas especializações médicas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todo mundo escreve qualquer coisa, e isso não vai resultar em conhecimento aproveitável, diz ele. O baixo valor das bolsas também contribui para o baixo interesse em pesquisar.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 22 May 2026 15:55:35 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201199-com-varias-atividades-e-conferencias-x-coemco-vai-ate-amanha-na-faculdade-de-medicina</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Comissão Especial das Forças Armadas visita Faculdade de Medicina para falar sobre Serviço Militar</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Forças Armadas 2026" title="Forças Armadas 2026" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/For%C3%A7as_Armadas_2026.jpeg?1779383990" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 41.6265%; border-collapse: collapse; margin-left: auto; margin-right: auto;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%;"&gt;&lt;img style="display: block;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/For%C3%A7as_Armadas_2026.jpeg" alt="Forças Armadas 2026" width="600" height="550" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 100%; padding: 4px 0 0 0;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 1.2; display: block;"&gt;A partir da esquerda: aspirantes Teixeira e Santana (médicos formados pela FM da UFG), major Thiago Bentes de Mello, tenente-coronel R. Antunes e tenente Ivanovas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integrantes das Forças Armadas estiveram hoje (21/05) na Faculdade de Medicina para uma palestra de esclarecimento aos alunos do último ano sobre o Serviço Militar, que é obrigatório para homens e voluntários para mulheres. Estudantes de Medicina, Odontologia, Farmácia e Medicina Veterinária têm a prerrogativa em lei de fazer esse serviço depois de concluírem seus cursos. Daí, a presença da instituição na FM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem ministrou a palestra foi o Major Bentes, da 11ª Região Militar do Exército Brasileiro, com sede em Brasília, falando sobre a função do Serviço Militar e suas normas, o ingresso obrigatório e o voluntário, os tipos de carreira, os procedimentos a serem seguidos, as rotinas que os profissionais de saúde enfrentam no dia a dia, a necessidade de médicos nos rincões do país. Depois, representantes da Marinha e da Aeronáutica também falaram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Major Bentes, os alunos do último ano devem preencher a FISEMI (Ficha Individual para Fins de Serviço Militar) para, no ano seguinte, se tornarem aspirantes de um dos três ramos, Exército Brasileiro, Marinha do Brasil ou Aeronáutica Brasileira. Eles podem fazer o Serviço Militar Inicial Obrigatório, adquirindo seu Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI), ou seguir carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem a obrigação de servir, as mulheres podem ingressar como voluntárias para seguirem carreira. Candidatas e candidatos começam como aspirantes e podem ser promovidas/os a partir de três anos. Mas, nesse caso, as vagas são limitadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes devem preencher o FISEMI até junho, quando a Comissão de Seleção Especial virá, de 30 de junho a 2 de julho de 2026, para fazer a seleção. Para informação sobre o processo e demais dúvidas, acesse o site da 11ª Região Militar do Exército Brasileiro (&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a style="color: #0000ff;" href="https://www.11rm.eb.mil.br/"&gt;https://www.11rm.eb.mil.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 May 2026 14:29:00 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201170-comissao-especial-das-forcas-armadas-visita-faculdade-de-medicina-para-falar-sobre-servico-militar</link>
      <guid>https://medicina.ufg.br/n/201170-comissao-especial-das-forcas-armadas-visita-faculdade-de-medicina-para-falar-sobre-servico-militar</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Vem aí o X COEMCO, que será realizado na Faculdade de Medicina da UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Vem aí o X COEMCO, que será realizado na Faculdade de Medicina da UFG" title="Vem aí o X COEMCO, que será realizado na Faculdade de Medicina da UFG" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Captura_de_tela_2026-05-20_145304.png?1779299650" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Faculdade de Medicina da UFG vai sediar o X Congresso de Educação Médica do Centro-Oeste (COEMCO) nesta sexta-feira e no sábado (22/05 e 23/05). Com o tema central intitulado “Educação Médica Inovadora e Popular para a Transformação Social do Centro-Oeste”, o evento será feito no formato presencial e espera receber 500 congressistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O COEMCO é promovido pela Regional Centro-Oeste da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM) e organizado por uma comissão formada por docentes e discentes das escolas e instituições associadas. O público-alvo são “dirigentes de escolas médicas, coordenadores de cursos de medicina, membros dos Núcleos Docentes Estruturantes (NDE), dos Núcleos de Apoio Psicopedagógico, educadores (docentes e preceptores) e educandos (graduandos, residentes e pós-graduandos).” &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo do evento, conforme informação publicada em seu site, é “fortalecer a integração entre as escolas médicas da região, reunindo docentes, discentes, médicos residentes, gestores e preceptores com foco na melhoria da qualidade do ensino médico e na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).” &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a ideia também é promover “um espaço plural, formativo e inovador, dedicado à reflexão e ao fortalecimento da educação médica na região.” Entre os espaços e estruturas de serviços oferecidos pela FM estão o Auditório Asklepiós - com capacidade de 380 pessoas sentadas, onde serão realizados as mesas redondas e as cerimônias de abertura e encerramento -, o Anfiteatro, com capacidade para 150 pessoas, e dez salas de aula, onde serão apresentadas as sessões “Como Nós Fazemos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a professora Eliane Terezinha Afonso, coordenadora do curso de medicina da UFG,  o COEMCO é o segundo evento regional mais importante na área de educação médica, com a participação de todas as faculdades do Centro-Oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estão previstas na programação do evento quatro mesas redondas que debaterão questões estratégicas “sobre políticas públicas de saúde, metodologias ativas de ensino, inteligência artificial, saúde planetária e equidade na formação médica, abarcando desde a graduação até a residência médica. Esses temas refletem os desafios contemporâneos da educação médica e buscam contribuir para o aprimoramento das diretrizes educacionais, a valorização da docência e o fortalecimento do SUS.” &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os interessados poderão encontrar mais informação no site do evento (&lt;a href="https://coemco.org.br/2026/"&gt;https://coemco.org.br/2026/&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 20 May 2026 14:54:43 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201135-vem-ai-o-x-coemco-que-sera-realizado-na-faculdade-de-medicina-da-ufg</link>
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      <title>“A medicina é uma profissão extraordinária” -  Waldemar Naves do Amaral recebe homenagem na FM</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="“A medicina é uma profissão extraordinária” -  Waldemar Naves do Amaral recebe homenagem na FM" title="“A medicina é uma profissão extraordinária” -  Waldemar Naves do Amaral recebe homenagem na FM" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/IMG-20260513-WA0031.jpg?1779199436" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;table style="width: 41.6265%; border-collapse: collapse; float: left; margin-right: 20px; height: 544px;" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
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&lt;td style="width: 100%; height: 529px;"&gt;&lt;img style="display: block;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Homenagem_Prof_Waldemar_1.jpg" alt="Homenagem CD ao Professor Waldemar" width="700" height="596" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td style="width: 100%; padding: 4px 0px 0px 0px; height: 15px;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 1.2; display: block;"&gt;Waldemar do Amaral (à dir.) descerra seu retrato na galeria de ex-diretores da FM, junto a colegas e dos vice-diretor e diretor da FM, respectivamente, Rui Gilberto e Marcelo Rabahi (mão ao alto)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;A Faculdade de Medicina homenageou o professor Waldemar Naves do Amaral, médico ginecologista e obstetra, uma das maiores referências da sua área no Brasil, que dirigiu a FM na gestão 2022/2026. A homenagem ocorreu por ocasião do descerramento de seu retrato para a galeria de ex-diretores da FM, na quarta-feira (13/05).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele começou sua carreira muito jovem. Aos 16 anos, já estava nos bancos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, e galgou todos os degraus da profissão e da vida acadêmica, tornando-se mestre e doutor pela UFG, além de defender a tese de professor livre-docente pela Universidade de São Paulo (USP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o diretor da FM, professor Marcelo Rabahi, Waldemar do Amaral possui uma lista interminável de atividades dentro da UFG, sempre buscando o aspecto institucional do crescimento do departamento. Na lista das atividades intermináveis, está sua liderança sobre a equipe médica que realizou o parto do primeiro bebê gerado por reprodução assistida (bebê de proveta) do Centro-Oeste pelo serviço público, neste caso, o SUS via Hospital das Clínicas-UFG, em 2003.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Nós nos sentimos muito honrados em poder estar aqui neste momento. Tivemos a oportunidade de participar com você durante sua gestão e ver todo o processo acelerado de crescimento da Faculdade de Medicina, e nos espelhamos nessa realização. São esses passos que eu e o professor Rui Gilberto estamos tentando seguir, para que possamos, imbuídos do espírito da instituição, desenvolver cada vez mais a nossa Casa de Francisco”, diz Marcelo Rabahi, em seu discurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vice-diretor da FM, Rui Gilberto Ferreira, também elogiou a incansável trajetória do professor Waldemar, com destaque para sua projeção nacional e internacional, tendo sido, por exemplo, o primeiro médico do Centro-Oeste a ser eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, instituição tradicional que existe desde 1829, com nomes como Oswaldo Cruz e Miguel Couto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O sucesso do professor Waldemar passa pelo talento e pela dedicação incansável”, diz o professor Rui Gilberto. “Ele levanta muito cedo e dorme muito tarde, e está ligado o tempo todo no 220. Trabalha a disponibilidade e a acessibilidade. Muito obrigado, professor Waldemar!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma história construída com trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor Antônio Fernando Carneiro, ex-diretor da FM, chamou a atenção para a liderança e a ética do professor Waldemar, sua lealdade com os amigos e a generosidade como marca de sua personalidade, sempre disponível a ajudar e ouvir qualquer um. “Também quero parabenizar a família do Waldemar, que é seu esteio, sua fortaleza”, finaliza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A homenagem ao professor Waldemar foi acompanhada das autoridades da FM, dos colegas e também da família, com a presença de esposa e filhos. “De fato, ele é incansável; acorda às 4h da manhã. É família, pai, médico, policial, fazendeiro. Que você continue agregando com todas as pessoas que gostam de você. Com seu retrato descerrado nesta galeria, você vai se eternizar no coração das pessoas dessa Faculdade”, diz Mara Sandra do Amaral, médica ginecologista e obstetra, coronel da PM de Goiás e esposa do professor Waldemar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vários outros professores, técnicos da FM e familiares também falaram na homenagem ao professor, expressaram sua admiração, gratidão e orgulho de tê-lo como amigo, como colega, como pai, como líder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao tomar a palavra, o professor Waldemar fez um discurso conciso, agradecendo a presença de todos, e olhando para sua trajetória como uma história construída com trabalho. “Uma coisa que me cobro todo dia é o ato de pensar, realizar e entregar. Senão, a vida passa em branco. E é preciso entregar resultado coletivo. A medicina é uma profissão extraordinária. Ser docente é um ato maravilhoso. Obrigado!” &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 19 May 2026 11:20:40 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/201094-a-medicina-e-uma-profissao-extraordinaria-waldemar-naves-do-amaral-recebe-homenagem-na-fm</link>
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