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    <title>Medicina</title>
    <description>FM - Faculdade de Medicina</description>
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      <title>FM recebe Instituto de Artes da Cena para discutir parceria em aulas com pacientes simulados</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="FM recebe Instituto de Artes da Cena para discutir parceria em aulas com pacientes simulados" title="FM recebe Instituto de Artes da Cena para discutir parceria em aulas com pacientes simulados" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Reuniao_da_Diretoria_-_Metodo_Clinico_1_e_2-IMG_20260821_091023627_HDR.jpg?1787335499" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 21/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Reuniao_da_Diretoria_-_Metodo_Clinico_1_e_2-IMG_20260821_091023627_HDR.jpg" alt="FM recebe Instituto de Artes da Cena para discutir parceria em aulas com pacientes simulados" width="700" height="527" /&gt;&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
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&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Newton de Souza (professor do IAC/UFG), Marcelo Rabahi (diretor da FM) e Fabrício Alves Araújo (professor da FM)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG), Marcelo Rabahi, recebeu hoje (21/08) o professor Newton de Souza, do Instituto de Artes da Cena (IAC/UFG), e o professor Fabrício Alves Araújo, coordenador da disciplina de Método Clínico 1 e 2, ministrada para a turma do Primeiro Ano de Medicina, para falarem sobre a colaboração da IAC com a FM. Nesta colaboração, alunos da disciplina de Núcleo Livre intitulada Interpretação Teatral: Paciente Simulado, da IAC, interpretam o papel de pacientes simulados, utilizando as técnicas teatrais no treinamento dos alunos de Método Clínico.&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:22:28 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203770-fm-recebe-instituto-de-artes-da-cena-para-discutir-parceria-em-aulas-com-pacientes-simulados</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Professores da FM  ganham Prêmio Jabuti Acadêmico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="selo jabuti" title="selo jabuti" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Selo_Premiado_2026.png?1787232078" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://ufg.br/n/203666-docentes-da-ufg-vencem-premio-jabuti-academico-na-categoria-medicina"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:23:52 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203717-professores-da-fm-ganham-premio-jabuti-academico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Faculdade de Medicina realiza recondução de posse de chefia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Faculdade de Medicina realiza recondução de posse de chefia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia " title="Faculdade de Medicina realiza recondução de posse de chefia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia " src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/CAPA-Reconducao_da_Chefida_de_Ginecologia_e_Obstetricia-DSCN6941.jpg?1787231309" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 20/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/ABRE-Reconducao_da_Chefida_de_Ginecologia_e_Obstetricia-DSCN6939.jpg" alt="Faculdade de Medicina realiza recondução de posse de chefia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia " width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
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&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Juarez Antônio de Sousa e Alexandre Vieira Santos Moraes (respectivamente, subchefe e chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da FM-UFG), Marcelo Rabahi e Rui Gilberto Ferreira (respectivamente, diretor e vice-diretor da FM-UFG), Izildinha Jorge (coordenadora administrativa da FM-UFG) e Carina Oliveira (apoio administrativo da FM-UFG)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A Diretoria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG) realizou na quarta-feira (19/08) a cerimônia de recondução de posse dos professores Alexandre Vieira Santos Moraes e Juarez Antônio de Sousa, respectivamente como chefe e subchefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Regional Goiânia, para a gestão no biênio 2026-2028. A solenidade foi presidida pelo diretor da FM-UFG, Marcelo Rabahi, e prestigiada por técnicos-administrativos e docentes da instituição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“O Departamento de Ginecologia e Obstetrícia é um dos mais importantes na história da nossa Faculdade, com professores ilustres à frente de sua gestão, um deles inclusive assumiu também a direção da própria FM. Para mim, é uma honra muito grande poder presidir essa solenidade”, diz o professor Marcelo Rabahi, ao declarar a recondução de posse de chefia aos professores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O vice-diretor da FM, Rui Gilberto Ferreira, que é ginecologista obstetra, saudou a recondução dos colegas à chefia e fez uma defesa da importância do Departamento, bem como da própria Faculdade de Medicina, diante dos desafios do presente. “Estamos passando por um momento de grande reflexão, de grandes demandas de incorporação de novas tecnologias no ensino, demandas de avaliação, junto ao aprimoramento das DCNs, e o aumento exagerado de faculdades de medicina sem a mínima estrutura. Tudo isso reflete numa responsabilização maior da Faculdade de Medicina da UFG, e consequentemente do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, no ensino na área da saúde da mulher. Ao serem reconduzidos, vocês mantêm uma missão grandiosa, e merecem de nós toda a consideração e apreço.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Gostaria de cumprimentar a todos, em nome da diretoria do professor Marcelo Rabahi, por esta recondução, que significa, pelo menos na nossa interpretação, que o trabalho realizado foi bem feito”, disse o chefe reconduzido, Alexandre Vieira Santos Moraes. Segundo ele, o desafio agora é fazer a mudança geracional, porque a instituição está passando por uma situação de aposentadoria dos professores que entraram na década de 1980.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Teremos, portanto, uma mudança substancial no departamento. Sempre digo que não é o chefe nem o subchefe que comandam este departamento, é uma construção de pessoas, como as atividades da Priscila, sem a qual teríamos uma dificuldade muito grande, e também o apoio da Diretoria, dos professores e dos alunos, que são transitórios, mas são o motivo de estarmos aqui dando aula. Vamos honrar e fazer o melhor até 2028”, disse o professor Alexandre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O subchefe Juarez Antônio de Souza lembrou de quando entrou no Departamento como professor, em 2010, o drama da pandemia de Covid19, em 2020 e 2021, e o amor que passou a ter pelo ensino e pelo próprio Departamento. “É um lugar aonde venho com prazer e satisfação. Toda vez que venho, me sinto muito bem aqui, e não tenho vontade de me aposentar. Quero que a compulsória me leve, aos 75 anos. Gosto muito da convivência, e espero ajudar o professor Alexandre e o professor Marcelo nessa universidade.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:15:29 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203713-faculdade-de-medicina-realiza-reconducao-de-posse-de-chefia-do-departamento-de-ginecologia-e-obstetricia</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Oficina O Bom Professor Nasce ou se Forma?, ofertada pelo NEXO, trata de nova reflexão sobre a docência na Faculdade de Medicina</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Oficina O Bom Professor Nasce ou se Forma?, ofertada pelo NEXO, trata de nova reflexão sobre a docência na Faculdade de Medicina" title="Oficina O Bom Professor Nasce ou se Forma?, ofertada pelo NEXO, trata de nova reflexão sobre a docência na Faculdade de Medicina" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Curso_O_Bom_Professor_-_Roberta_Helena-DSCN6612.jpg?1787193006" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 19/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Texto: Gilberto G. Pereira&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Curso_O_Bom_Professor_-_Roberta_Helena-DSCN6612.jpg" alt="Oficina O Bom Professor Nasce ou se Forma?, ofertada pelo NEXO, trata de nova reflexão sobre a docência na Faculdade de Medicina" width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Com metodologia chamada de World Café, a oficina propõe que os participantes se reúnam em pequenos grupos, discutam e compartilhem experiências, numa construção coletiva de ideias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Núcleo de Experiência e Orientação Docente (NEXO) foi apresentado pela direção da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG)&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;no dia 4 de agosto, e já nasceu ofertando uma oficina que traduz bem o objetivo do novo centro de apoio aos docentes da FM, intitulada &lt;strong&gt;O Bom Professor Nasce ou se Forma?&lt;/strong&gt;, ministrada pela professora Roberta Helena Fernandes Feitosa, que utilizou o resultado de sua pesquisa de mestrado na criação do curso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Roberta Helena fez seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde (PPGES), da FM-UFG, defendendo a dissertação intitulada &lt;strong&gt;“O Bom Professor”: Percepções dos estudantes de medicina de uma instituição pública federal a partir das perspectivas da Didática, Formação Docente e da Prática Social&lt;/strong&gt;. A ideia era ouvir os alunos da própria FM para entender o que para eles era um bom professor, que características precisava ter um docente para ser considerado por eles, ao longo do curso de Medicina, um bom professor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A partir daí, duas coisas ficaram claras na cabeça de Roberta Helena. Primeiro, para ser um bom professor, não basta dominar o conteúdo ou ser um excelente médico, do ponto de vista técnico, isso é importante, mas tem de participar da formação dos alunos, contribuindo com seu desenvolvimento prático, intelectual e humanista. Mesmo assim, isso não é tudo, porque, em segundo lugar, vem o dinamismo da visão dos alunos, e eles, à medida que vão aprendendo, vão avançando seus interesses, e a figura do bom professor precisa acompanhar essa dinâmica ao longo da graduação.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;À medida que esses alunos passam de ingressantes no curso para períodos mais avançados, eles vão buscando no professor novas formas de contato e aprendizado. “Para os primeiros anos, o bom professor tem um perfil acolhedor, com sensibilidade didática. Os critérios pedagógicos ao acolhimento emocional e à segurança emocional, à justiça de avaliação estão mais presentes aí”, diz a professora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A partir do quarto ano, avalia Roberta Helena, o bom professor é aquele que consegue demonstrar melhor a integração entre a teoria e a prática, com uma atuação mais expressiva no cenário de prática. “É aquele que consegue acolher e ajudar os estudantes a fazerem a transição do ciclo mais teórico para a prática em si. E aí, esse bom professor já começa a funcionar como um mentor clínico. Para os alunos do sexto ano, o bom professor assume o papel de preceptor, é o que chamamos de &lt;em&gt;role model &lt;/em&gt;[modelo do papel a ser desempenhado, ou padrão de comportamento, em tradução livre], ou seja, o professor é um modelo de profissionalismo, de atuação no campo de prática, de boa atuação, tanto em forma de conduta como também de atenção ao paciente.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;A reflexão é fundamental&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;De acordo com Roberta Helena, a partir desta perspectiva do que pode ser um bom professor, compreendida numa pesquisa que ouviu os próprios estudantes, é que foi montada a proposta da oficina, de criar um exercício coletivo para se entenderem os pontos de competência efetiva da docência, e como é possível atingi-los. Daí, o nome: &lt;strong&gt;O Bom Professor Nasce ou se Forma?&lt;/strong&gt;. “A ideia é trazer esses achados de volta aos professores da instituição, não para dizer ‘este é o modelo que vocês devem seguir’, mas para mostrar dados que encontramos a partir de um público que é atendido por esses professores.” &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Não se trata de um esforço individual de alguém tentando impor uma didática, diz Roberta Helena, mas sim a proposta de uma busca coletiva. “O objetivo é criar um espaço de reflexão sobre a nossa própria prática docente, onde possamos avaliar a forma como atuamos”, argumenta. “A ideia é que o professor consiga perguntar a si mesmo, que foi uma coisa que eu mesma me fiz: ‘Como eu ensino? Como o estudante percebe minha forma de ensinar?&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;O que faço que favorece a aprendizagem do meu aluno, e o que posso mudar? Será que preciso mudar alguma coisa? Será que posso melhorar a integração com esse aluno? Consigo melhorar a relação com esse aluno e trazê-lo para o campo da aprendizagem, ajudar nessa aprendizagem?’; porque precisamos formar bons médicos. Esta reflexão é um dos pontos mais importantes da oficina” pondera.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Ou seja, a proposta da oficina é agregar o corpo docente da FM-UFG, incentivando-o pelas próprias experiências. “Colocamos essas experiências em diálogo com a percepção dos estudantes, para, a partir daí, buscarmos coletivamente possibilidades de fortalecimento do ensino médico da nossa faculdade através de um documento. O que queremos é provocar um efeito catártico mesmo de mudança, ou de melhoria, digamos assim”, diz Roberta Helena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo ela, a oficina piloto, do dia 4 de agosto, foi muito bem-sucedida. Foi utilizada uma metodologia participativa chamada de World Café, em que os participantes se reúnem em pequenos grupos, num ambiente de café mesmo, com chás, cafés, bolos e sanduíches (como se vê na foto desta reportagem), para discutirem e compartilharem experiências, numa construção coletiva de ideias. “Depois, expus os dados da dissertação, e por final fizemos um combo, um conjunto geral de tudo que foi feito naquela manhã. Na minha opinião, foi muito rico perceber que os resultados da pesquisa funcionaram como um ponto de partida, para que os próprios professores refletissem sobre sua docência, e o que eles trouxeram casou muito com o que os estudantes falaram também. Isso foi bem legal de perceber.”&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Nesse momento, e nesse ambiente de conversa e troca de experiências, é que surge a resposta para a pergunta-tema da oficina. Afinal, o bom professor nasce ou se forma? Segundo Roberta Helena, a docência é uma atividade que pode e precisa ser aprendida, discutida, refletida e aprimorada continuamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Estamos sempre aprendendo. Aliás, foi uma colega que sugeriu a pergunta-tema, a partir do título de minha dissertação. Então, já houve uma colaboração desde o comecinho. A pergunta é uma provocação mesmo, para que tenhamos essa proposta de mostrar que existem características pessoais, qualidades natas em muitos dos bons professores. Isso é inegável. Tem gente que nasce para ser professor. Mas, mesmo esse talento nato, nos dias de hoje, com tudo o que temos disponível, precisa ser aprimorado, treinado, burilado, para que se expanda cada vez mais. Por outro lado, aqueles que não se veem como professores, ou não acham que podem ser professores, se tiverem acesso às boas formações, podem descobrir, ou desenvolver, uma capacidade imensa de ensinar, talvez um dom que estava guardado”, ensina a professora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em relação à continuidade, a proposta agora é que a oficina passe a integrar a agenda do NEXO. “Estão previstas mais duas edições neste semestre, uma em setembro, ainda com data a ser definida, e outra em outubro. Provavelmente, uma quinta à tarde e outra sexta pela manhã, para conseguirmos receber outros professores que não puderam estar presentes na terça pela manhã”, informa Roberta Helena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 23:35:55 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203707-oficina-o-bom-professor-nasce-ou-se-forma-ofertada-pelo-nexo-trata-de-nova-reflexao-sobre-a-docencia-na-faculdade-de-medicina</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Faculdade de Medicina concederá título de Professor Emérito a Carlos Inácio de Paula, na segunda-feira (24/08)</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="fm" title="fm" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/FM1.jpg?1780072422" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 18/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O professor Carlos Inácio de Paula, médico mastologista e cancerologista, será outorgado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG) com o título de Professor Emérito, na noite de segunda-feira (24/08), às 19h, no Teatro Asklepiós, da FM. Ele foi professor de biofísica do Instituto de Ciências Biológicas da UFG entre 1973 e 2000. Sua brilhante carreira na docência e na pesquisa refletiu sua competência como empreendedor na área de saúde, tendo criado a Clínica São Camilo e o Centro Brasileiro de Radioterapia, Oncologia e Mastologia (Cebrom - posteriormente incorporado ao grupo Oncoclínicas), que se tornou referência no tratamento do câncer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O professor Carlos também fundou o Departamento de Oncologia da Associação Médica de Goiás (AMG), da regional da Sociedade Brasileira de Mastologia, e a Residência Médica em cancerologia do Hospital Araújo Jorge. É membro titular da cadeira 12 da Academia Goiana de Medicina, coautor dos livros &lt;strong&gt;Relação Médico-Paciente&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Quimioterapia de Mama&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Cancerologia Básica&lt;/strong&gt; e autor da autobiografia &lt;strong&gt;Mumbuca&lt;/strong&gt;. Formou-se em medicina pela UFG em 1969, egresso da famosa Quinta Turma (composta por 80 alunos).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:19:04 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203647-faculdade-de-medicina-concedera-titulo-de-professor-emerito-a-carlos-inacio-de-paula-na-segunda-feira-24-08</link>
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    </item>
    <item>
      <title>FM-UFG recebe representante da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería, Espanha</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="FM-UFG recebe representante da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería, Espanha" title="FM-UFG recebe representante da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería, Espanha" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Professor_Francisco_Gimenez_-_reuniao-IMG-20260817-WA0005.jpg?1787001734" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 17/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Professor_Francisco_Gimenez_-_reuniao-IMG-20260817-WA0005.jpg" alt="FM-UFG recebe representante da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería, Espanha" width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Francisco Giménez Sanchez (professor e pesquisador em infectologia pediátrica e vacinologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería), Marcelo Rabahi (diretor da FM-UFG) e Cristiana Toscano (Coordenadora do Centro de Excelência em Tecnologia e Inovação em Saúde - Ceti-Saúde/UFG)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG), Marcelo Rabahi, recebeu em seu gabinete, nesta segunda-feira (17/08), Francisco Giménez Sanchez, professor e pesquisador em infectologia pediátrica e vacinologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Almería, Espanha, para conversarem sobre uma proposta de cooperação entre as duas universidades públicas. Segundo Rabahi, os termos oficiais da iniciativa serão encaminhados pela Secretaria de Relações Internacionais (SRI) da UFG.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:25:09 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203635-fm-ufg-recebe-representante-da-faculdade-de-medicina-da-universidade-de-almeria-espanha</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Jornada de Clínica Médica será realizada nos dias 15, 16 e 17 de outubro, na Faculdade de Medicina da UFG </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Jornada de Clínica Médica será realizada nos dias 15, 16 e 17 de outubro, na Faculdade de Medicina da UFG " title="Jornada de Clínica Médica será realizada nos dias 15, 16 e 17 de outubro, na Faculdade de Medicina da UFG " src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Jornada_de_Cl%C3%ADnica_M%C3%A9dica-DSCN6718.jpg?1786728868" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 14/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Jornada_de_Cl%C3%ADnica_M%C3%A9dica-DSCN6718.jpg" alt="Jornada de Clínica Médica será realizada nos dias 15, 16 e 17 de outubro, na Faculdade de Medicina da UFG " width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;À direita, a professora Sílvia Marçal faz a apresentação da Jornada de Clínica Médica, que será realizada nos dias 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Asklepiós, da FM: a ideia é ligar todas especialidades dentro do departamento, conectando todo mundo com palestras, cursos e discursos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG), durante reunião do Conselho Diretivo da instituição na quarta-feira (12/08), anunciou seu programa de extensão intitulado Jornada de Clínica Médica, que será realizado nos dias 15, 16 e 17 de outubro, no Teatro Asklepiós, da FM. Quem apresentou o evento foi a professora Sílvia Marçal, representando a chefe do departamento, Denise Sisterolli Diniz.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo a professora Sílvia, o objetivo do evento é fazer uma conexão entre os alunos em internato, os colegas residentes e alguns médicos que precisam fazer renovação de conceitos e diretrizes. “O foco principal é conectar ciência prática e a comunidade, daí ser um programa de extensão para a área médica”, diz. A ideia é ligar todas especialidades dentro do departamento, conectando todo mundo com palestras, cursos e discursos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O diretor da Faculdade de Medicina, Marcelo Rabahi, comentou que a jornada deverá se tornar um marco do departamento e da própria FM. “Parabéns pela iniciativa! Vamos nos empenhar para que possamos fazer um grande evento. O envolvimento do CAXXIA e dos alunos é fundamental. Todos os eventos em que os alunos se envolveram foram sucesso absoluto. Trabalhar a grade, ver o que é interessante para eles, o pessoal do internato, pensar alguma coisa nesse sentido, é interessante para todos”, disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:40:48 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203593-jornada-de-clinica-medica-sera-realizada-nos-dias-15-16-e-17-de-outubro-na-faculdade-de-medicina-da-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Faculdade de Medicina e Centro Acadêmico homenageiam Belcar Automóveis e Supermercado Leve</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Faculdade de Medicina e Centro Acadêmico homenageiam Belcar Automóveis e Supermercado Leve" title="Faculdade de Medicina e Centro Acadêmico homenageiam Belcar Automóveis e Supermercado Leve" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/CAPA-DSCN6712.jpg?1786669768" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 13/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/ABRE-DSCN6783.jpg" alt="Faculdade de Medicina e Centro Acadêmico homenageiam Belcar Automóveis e Supermercado Leve" width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;!-- Alterado de align="center" para align="justify" e adicionado text-align ao style --&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 600px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Antônio Fernando Carneiro (professor e ex-diretor da FM), Rui Gilberto Ferreira (vice-diretor da FM), Shirley Luiza de Oliveira Leal (sócia-diretora do Grupo Belcar), Ana Paula Miranda Lima (gerente comercial do Supermercado Leve), Marcelo Rabahi (diretor da FM) e Vinícius Augusto (presidente do CAXXIA)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Centro Acadêmico XXI de Abril (CAXXIA) e a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG) prestaram homenagem à Belcar Automóveis e ao Supermercado Leve, durante reunião do Conselho Diretivo, na quarta-feira (12/08), em reconhecimento ao apoio destinado à realização do Show do Esqueleto, em junho, por meio da captação de recursos via Lei Goyazes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As duas empresas foram homenageadas em nome de suas representantes, Shirley Luiza de Oliveira Leal, sócia-diretora do Grupo Belcar, e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;Ana Paula Miranda Lima, gerente comercial do Leve, que receberam os certificados de agradecimento. De acordo com o diretor da FM, Marcelo Rabahi, o Show do Esqueleto é o evento cultural mais antigo de Goiânia, com mais de seis décadas, e agradeceu a participação das companhias na realização da tradicional festa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Desta vez, fomos atrás de apoio institucional para que ele se tornasse um evento oficial das atividades culturais de Goiás. E deu certo. Através da Lei Goyazes,&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;conseguimos recurso para desenvolver um espetáculo potente que brilhou a noite no teatro Goiânia. Os recursos advém de empresas que deduzem o valor do ICMS, a partir de uma execução rigorosa, muito fiscalizada pelo Ministério Público Estadual e&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;pela Controladoria Geral do Estado, em que nada pode dar errado. Agradecemos&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;imensamente à Belcar e ao Leve por esse gesto altruísta de apoio à cultura”, disse o diretor.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O vice-presidente da FM, Rui Gilberto Ferreira, também agradeceu, afirmando que o Brasil tem grandes empreendedores, e que gestos de apoio à cultura como estes que fizeram as empresas goianas demonstram a grandeza de quem compreende o papel social que cada empresa tem, que toda empresa que pensa no coletivo deve ter. “Nós reconhecemos isso, e fica a qui nosso registro e agradecimento. É um apreço muito grande ver empreendedores do nosso Estado acreditando na realização da cultura.”&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Ao entregar os certificados de agradecimento, o presidente do CAXXIA, Vinícius Augusto, lembrou que o Show do Esqueleto existe há 64 anos, sempre feito por alunos, de forma muito árdua e assídua. “E agora, com o fomento cultural através dessas duas empresas, ficamos muito agradecidos. Apreciamos muito o fato de vocês entrarem no projeto e acreditarem no nosso trabalho. Realmente, gostaria de deixar nosso muito obrigado, em nome de todos os alunos.”&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Presente na reunião diretiva, o professor Antônio Fernando Carneiro, ex-diretor da FM, agradeceu as duas executivas, e fez um breve discurso. “Nós, que somos professores, sempre buscamos o conhecimento, o aprendizado, e aqui eu diria que estamos no berço do conhecimento médico. A partir daqui, são ditadas as normas para os acadêmicos, para os especialistas e para os professores. É uma honra receber vocês aqui. Tenham certeza de que vocês estão investindo naquilo que o mundo precisa, que é a cultura.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Shirley Leal, da Belcar, ao receber o certificado, comentou que&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;o apoio é genuíno. “Acreditamos muito que podemos contribuir com o desenvolvimento da cultura em&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;nosso Estado. Fico muito honrada de estar aqui hoje, recebendo este certificado, que vai para o quadro da nossa sala.” Ana Paula, do Leve, também agradeceu pela homenagem, e disse que é um prazer participar do fomento à cultura. “Da mesma forma, será sempre um prazer recebê-los na nossa casa. Contribuir com a cultura é só retribuir um pouquinho do que vocês fazem por nós.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 22:14:35 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203565-faculdade-de-medicina-e-centro-academico-homenageiam-belcar-automoveis-e-supermercado-leve</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Nova edição da Revista da Faculdade de Medicina fala das ações do Impacto, inovação na pesquisa médica, Doutor Honoris Causa de Rui Nunes, e muito mais</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Revista da Faculdade de Medicina traz na capa de sua nova edição reportagem sobre o Impacto, que ocorreu em Piracanjuba, no dia 13 de junho" title="Revista da Faculdade de Medicina traz na capa de sua nova edição reportagem sobre o Impacto, que ocorreu em Piracanjuba, no dia 13 de junho" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Revista_da_FM-DSCN6684.jpeg?1786558317" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 12/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/FACULDADE_DE_MEDICINA_ed29-6.pdf"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Revista_da_FM-DSCN6684.jpeg" alt="Revista da Faculdade de Medicina traz na capa de sua nova edição reportagem sobre o Impacto, que ocorreu em Piracanjuba, no dia 13 de junho" width="700" height="417" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Edição 29 da &lt;strong&gt;Revista da Faculdade de Medicina&lt;/strong&gt;, que entrou em circulação neste segundo semestre, traz como reportagem de capa o programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), cuja primeira edição foi realizada no dia 13 de junho na cidade de Piracanjuba, com serviços de avaliação e prevenção de saúde prestados pelas Ligas Acadêmicas, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG), com texto assinado pela professora Monike Lourenço Dias Rodrigues, coordenadora de Extensão da FM.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento contou com a participação de 22 Ligas Acadêmicas, trabalhando junto com&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;docentes, preceptores e equipes de apoio, além dos serviços do Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF), reconhecido nacionalmente pela qualidade do atendimento oftalmológico público via Sistema Único de Saúde (SUS), bem como pela expertise no ensino médico especializado e cirurgias oculares.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo a professora Monike, o Impacto ofereceu diversos serviços como aferição de pressão arterial, glicemia capilar e medidas antropométricas, orientações para rastreamento e prevenção de câncer de mama, colo do útero, intestino e pele, ações educativas sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), oficinas de emergência com treinamento em ressuscitação cardiopulmonar (RCP), primeiros socorros em casos de engasgo e crises convulsivas, demonstrações sobre o uso da inteligência artificial na saúde, realização de espirometrias, orientações em saúde mental, aleitamento materno e manobras de desengasgo em crianças, e atividades educativas para crianças e adolescentes sobre cigarro eletrônico, anabolizantes e alimentação saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seu editorial, o diretor da FM, professor Marcelo Rabahi, fala sobre conhecimento e inovação na medicina, defendendo que a articulação dessas duas categorias exige uma formação sólida em que o compromisso com a sociedade é o definidor de todo o trabalho. “Formar médicos é também formar cidadãos atentos às necessidades coletivas, capazes de dialogar com a inovação sem perder de vista o compromisso humano no cuidado.”&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro que merece destaque é o texto do médico português Rui Nunes, professor de bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Portugal, que recebeu o título de &lt;em&gt;Doutor Honoris Causa&lt;/em&gt; pela UFG, no dia 6 de julho, o primeiro que ele recebe no Brasil. “Para o pleno desenvolvimento das capacidades mais avançadas de cada pessoa é necessário que existam universidades públicas de excelência. (…) Pelo que recebo esta distinção com enorme satisfação por contribuir para a expansão da bioética, da ética médica e dos seus princípios nos países que partilham o nosso idioma comum. E deixo o compromisso de intensa e profícua cooperação com a Universidade Federal de Goiás e com a sua comunidade acadêmica em geral”, conclui Rui Nunes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A revista também traz o texto da professora da FM, Rosemar Macedo Sousa Rahal, falando do Projeto Goiás Todo Rosa, sobre diagnóstico genético do câncer de mama e ovário, e traz a festa do 64º Show do Esqueleto, que lotou o Teatro Goiânia na noite de 25 de junho, além dos acontecimentos importantes na FM e os depoimentos dos psiquiatras Paulo Maurício de Oliveira e Maria Amélia Dias Pereira, na sessão Retratos. Boa leitura!&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:21:31 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203515-nova-edicao-da-revista-da-faculdade-de-medicina-fala-das-acoes-do-impacto-inovacao-na-pesquisa-medica-doutor-honoris-causa-de-rui-nunes-e-muito-mais</link>
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    </item>
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      <title>Aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da FM aborda questões de inclusão e sustentabilidade social </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da FM aborda questões de inclusão e sustentabilidade social " title="Aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da FM aborda questões de inclusão e sustentabilidade social " src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Aula_Inauguaracao_do_Mestrado_em_Ensino_na_Saude-IMG_20260807_090912149.jpg?1786498976" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 11/08/2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 602px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
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&lt;td style="width: 600px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Aula_Inauguaracao_do_Mestrado_em_Ensino_na_Saude-IMG_20260807_090912149.jpg" alt="Aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde da FM aborda questões de inclusão e sustentabilidade social " width="700" height="527" /&gt;&lt;/td&gt;
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&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Junto com professores do programa (PPGES-FM), na sala do Conselho Diretivo da FM, alunos assistem à aula inaugural do segundo semestre, ministrada pela professora doutora Jacqueline Teixeira Caramori, da Faculdade de Medicina de Botucatu ((FMB)-UNESP)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde (PPGES) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM-UFG) realizou no dia 7 de agosto a aula inaugural do segundo semestre letivo e da nova turma de Mestrado, intitulada &lt;strong&gt;Formação em Saúde na Perspectiva da Inclusão e Sustentabilidade Social - um diálogo entre o Plano Nacional de Educação e as DCNs no Ensino em Saúde&lt;/strong&gt;, ministrada pela professora titular de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), vinculada à Universidade Estadual Paulista (UNESP), a nefrologista Jacqueline Teixeira Caramori. Ela apresentou seu conteúdo em teleconferência para os mestrandos do PPGES, que estavam na sala do Conselho Diretivo da FM.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;De acordo com o Ministério da Educação, o Plano Nacional de Educação (PNE) define diretrizes, metas e estratégias&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;para a política educacional, orientando ações educativas nas três instâncias de governo, municipal, estadual e federal. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) traduzem os princípios da PNE em normas pedagógicas práticas que organizam as matrizes curriculares das instituições de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O que a professora Jacqueline fez em sua aula foi analisar as questões estabelecidas nas duas linhas de políticas educacionais, a partir de uma leitura minuciosa de seus documentos, mostrando como dialogam entre si, onde se aproximam e onde se afastam. De acordo com a professora, em termos de inclusão, muito do que é proposto no PNE não se confirma nas DCNs como deveria.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um dos gargalos mais visíveis deste contexto é o processo da própria política de inclusão, que permite os grupos socialmente vulneráveis ingressarem na instituição de ensino para fazer uma graduação ou uma pós-graduação, mas no meio do caminho tudo vai se definhando em termos de garantia, e os alunos vão ficando para trás. “Não há garantia de condições materiais que permitem que os quilombolas e indígenas, por exemplo, permaneçam como sujeitos ao longo de sua permanência na instituição, que não sejam apenas colocados para dentro do meio acadêmico, mas que tenham sua cultura trazida para dentro também”, diz&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;a professora Jacqueline.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo ela, falando da realidade ampla do país, essas garantias estão no PNE como diretrizes, mas não estão nas DCNs. “As diretrizes são fortes em reconhecer a entrada, mas ainda são silenciosas na questão dos mecanismos de redistribuição, de olhar para dentro para que a permanência seja atendida, e estou falando de coisa material, pois esses alunos precisam de bolsas, de moradia, de alimentação, de transporte, e isso não está dentro das DCNs.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Na perspectiva da sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Na avaliação da professora, quando se trata de povos tradicionais, principalmente, as diretrizes precisam sair do PNE, atravessar as DCNs e abraçar as reais necessidades das pessoas que buscam essas políticas. “A escola precisa ter o diálogo de saberes, e desenvolver não só as políticas de acolhimento, mas tratar dos temas dos povos que ela está acolhendo. Ela precisa tratar de saúde da população negra, da população indígena, tratar do território. Ainda estamos muito aquém dessa adaptação para um currículo plural que inclui, com ações que têm de acontecer dentro de cada escola”, diz ela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Os mecanismos de cobrança das instituições pelas diretrizes também são falhos, diz a professora. Segundo ela, os valores que medem a permanência do estudante precisam ficar claros e explícitos dentro de cada escola. “Nosso pais é muito grande, e isso pode variar muito em cada lugar, mas precisa ter esse monitoramento. O PNE traz o pluralismo da equidade, mencionando indicadores que medem a frequência de pessoas quanto a raça, gênero, nível socioeconômico, mas isso precisa estar dentro das DCNs também, para que de fato ele seja cobrado.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Essas indefinições ainda estão matando o futuro de muitos alunos que ingressam nas instituições. Em se tratando do ensino médico, principalmente, o tempo de formação é longo e penoso. “Não podemos omitir a taxa de evasão. Não podemos omitir que nossos cursos são integrais e que necessitam dar esse apoio de permanência. Se a&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;medicina exige um curso de seis anos, cinco na enfermagem, temos de ter um acordo institucional, que garantam essa permanência. Temos de ter um currículo plural e uma janela de autocuidado para que essas pessoas cheguem até o final”, comenta Jacqueline.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Para garantir que as diretrizes cumpram sua política de inclusão, avalia a professora, é necessário que tudo seja posto na perspectiva da sustentabilidade. A inclusão, portanto, deve ser mais do que colocar a pessoa dentro dos cursos. Também é preciso colocar nas matrizes curriculares a vivência, os saberes,&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;a experiência de vida dessas pessoas, sua identidade, sua subjetividade.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A sustentabilidade se realiza nesse tipo de inclusão, porque vem junto um olhar diferente do olhar que dominou a sociedade e prejudicou o meio ambiente, vem um olhar de quem sabe dialogar com a natureza, como é o caso dos indígenas e dos quilombolas. É claro que a inclusão é uma política ampla e abrange questões da cidade também, grupos urbanos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um dos estudantes de mestrado do PPGES, Thiago André Ferreira dos Santos, por exemplo, comentou que está pesquisando sobre a inclusão de neurodivergentes (pessoas com desenvolvimento cognitivo diferente do padrão posto como típico pela sociedade). Mas, no caso da abordagem da aula inaugural, a referência foram os grupos tradicionais, ligados a territórios e culturas politicamente sub-representados e, portanto, socialmente vulneráveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;E aí, ela cita o exemplo da Universidade Estadual de Goiás (UEG) que concedeu à matriarca e líder quilombola Procópia dos Santos Rosa (Dona Iaiá Procópia) o titulo de Doutora Honoris Causa, em 2022. “Ela é um exemplo de liderança dentro do território calunga, que se manifesta na íntegra da preservação do Cerrado. Oitenta por cento da vegetação do Cerrado está protegida no território Kalunga”, comenta a professora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Crise climática&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O PNE já menciona os saberes comunitários e tradicionais dentro da biodiversidade. E as DCNs propõem a temática para ser trabalhada a comunidade acadêmica. Ou seja, o material para trabalhar as questões de território e cultura, com sustentabilidade, vinculando a situações climáticas e meio ambiente está pronto. No centro disso, o destaque é a crise climática. Tudo está em jogo a partir dela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo a professora Jacqueline, no caso da DCN da medicina, o que falta agora é&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;o exercício prático disso, é cada instituição, por exemplo, “exigir uma competência para atuar em emergências de desastres climáticos, e compreender que determinantes sanitários devem ser observados. Saúde comunitária vem como um tema dentro da DCN da medicina, e a enfermagem também inscreve a sustentabilidade e os desastres climáticos entre seus temas. Esse vínculo entre a crise do clima e o adoecimento das populações está pela primeira vez com clareza nas Diretrizes Curriculares Nacionais”, comenta.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O que falta agora, continua a professora, é pôr a mão na massa e trabalhar nessa direção. Cabe aos programas de graduação e de pós-graduação, como o PPGES, olharem para as questões postas e fazer a inclusão com sustentabilidade. “A tarefa do educador crítico é puxar os povos e os territórios que os documentos mencionam de passagem para o lugar de onde a crise climática teria de ser estudada. Então, se vamos estudar o clima nas nossas instituições, temos de trazer os povos e os territórios para que os documentos não sejam apenas um a menção.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 22:47:19 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/203484-aula-inaugural-do-programa-de-pos-graduacao-em-ensino-na-saude-da-fm-aborda-questoes-de-inclusao-e-sustentabilidade-social</link>
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