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    <title>Medicina</title>
    <description>FM - Faculdade de Medicina</description>
    <itunes:summary>FM - Faculdade de Medicina</itunes:summary>
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      <title>Liga de Pediatria chama a atenção para o tempo de tela das crianças: até os dois anos, zero pixel</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Liga de Pediatria chama a atenção para o tempo de tela das crianças: até os dois anos, zero pixel" title="Liga de Pediatria chama a atenção para o tempo de tela das crianças: até os dois anos, zero pixel" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Liga_de_Pediatria-IMG_20260613_091256840.jpg?1783692965" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
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&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Liga_de_Pediatria-IMG_20260613_091256840.jpg" alt="Liga de Pediatria chama a atenção para o tempo de tela das crianças: até os dois anos, zero pixel" width="700" height="527" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
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&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Alunos da Faculdade de Medicina da UFG, membros da Liga de Pediatria, participaram da primeira edição do Impacto, em Piracanjuba, no dia 13 de junho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A Coordenação de Extensão da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) faz um trabalho de fôlego no gerenciamento e articulação de programas&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;que conectam a sociedade com o conhecimento médico, como o Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), cuja primeira edição foi realizada em Piracanjuba, no dia 13 de junho, e levou as 21 Ligas Acadêmicas de Medicina para atender a população local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A Liga de Pediatria atendeu dezenas de pessoas, na ocasião, quando os estudantes, sob a orientação de professores, ouviram e deram assistência aos agentes comunitários, familiares e quem mantinha contato com crianças. Eles abordaram muitas questões e fizeram várias orientações, como sobre o desengasgo infantil, mas&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;o principal assunto foi sobre o tempo de tela.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A recomendação é que os pais mantenham a criança longe das telas (zero tela) pelo menos até os dois anos de idade, uma orientação que vem desde as principais organizações médicas, como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). E o motivo é básico: a criança passa por estágio de desenvolvimento cerebral e de maior neuroplasticidade justamente nesta fase, buscando estímulos bidimensionais, táteis e humanos. A interação com telas e vídeos só atrapalharia essa dinâmica humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo a Liga, a Pediatria é uma especialidade médica dedicada à assistência biopsicossocial da criança, do nascimento até a adolescência. Nos dias de hoje, olhando o entorno infantil, esses cuidados até parecem naturais, mas tudo isso é uma construção social, necessária e indispensável. Há alguns séculos, a criança sequer era notada.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;De acordo com o historiador francês Philippe Ariès, em seu livro &lt;strong&gt;História Social da Criança e da Família&lt;/strong&gt;, até o começo da Baixa Idade Média, a infância não era representada nas pinturas. “É difícil crer que essa ausência se devesse à incompetência ou à falta dele habilidade [dos artistas]. É mais provável que não houvesse lugar para a infância nesse mundo”. O autor diz que a valorização infantil se deu com a ascensão social da burguesia, lá pelo século XVII.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 11:24:37 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202686-liga-de-pediatria-chama-a-atencao-para-o-tempo-de-tela-das-criancas-ate-os-dois-anos-zero-pixel</link>
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    <item>
      <title>Projeto criado para conscientizar sobre o racismo na medicina  brasileira ganha prêmio máximo na França pela segunda vez</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Projeto criado para conscientizar o racismo na medicina  brasileira ganha prêmio máximo na França pela segunda vez" title="Projeto criado para conscientizar o racismo na medicina  brasileira ganha prêmio máximo na França pela segunda vez" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Z-09.07.2026-Nigrum_Corpus_-_projeto-DSCN6456_%281%29.jpeg?1783603978" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/ABRE-Nigrum_Corpus_-_projeto-DSCN6465.jpg" alt="Projeto criado para conscientizar o racismo na medicina  brasileira ganha prêmio máximo na França pela segunda vez" width="700" height="473" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A edição de 2026 do Festival Internacional de Criatividade de Cannes, o Cannes Lions, premiou com o Grand Prix o projeto brasileiro &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-size: 12pt;"&gt;Nigrum Corpus&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;, do Instituto de Educação Médica (Idomed), produzido pela agência Artplan, uma campanha de conscientização feita nos moldes de um livro fictício de medicina reproduzindo os maiores absurdos do racismo científico como doença contraída pelo profissional de saúde, para denunciar a discriminação racial nos tratamentos e na formação médica no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O projeto ganhou o Grand Prix na categoria Glass: The Lion for Change. A laureação foi entregue pela segunda vez ao &lt;strong&gt;Nigrum Corpus&lt;/strong&gt;. No ano passado, ele já tinha vencido na categoria Industry Craft. Mas estes foram apenas os prêmios máximos, porque, no total, foram sete premiações no Cannes Lions, ganhando ainda o Leão de Bronze, na categoria Creative Data, em 2026, e em 2025, dois Leão de Ouro, um na categoria Design e outro em Health &amp;amp; Wellness, além de um Leão de Bronze, em Health &amp;amp; Wellness.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;No Brasil, em 2025, o projeto também ganhou o prêmio Marketing Contemporâneo, da Associação Brasileira de Marketing e Negócios, na categoria Responsabilidade Social. Embora o &lt;strong&gt;Nigrum Corpus&lt;/strong&gt; seja uma peça de campanha publicitária, é também um manifesto, e sua mensagem é uma arte impactante sobre um dos maiores males das sociedades contemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um negro no ambiente da medicina, se não for como objeto de estudo ou como paciente, ainda pode ser visto como elemento estranho, e o fenômeno do estranhamento racista pode se manifestar de diversas formas, sejam elas silenciosas ou por meio de ações racistas explícitas. Na abertura do manifesto, a médica Jurema Werneck, uma das mais conceituadas ativistas antirracistas do país, diz: “O racismo mata. Mata porque nega atendimento, porque subestima a dor, porque considera corpos negros como descartáveis. O sistema de saúde no Brasil não apenas reflete essa lógica, mas a perpetua.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um médico racista não se torna racista ao pegar seu diploma, já era um estudante racista, que fora uma criança formada como pessoa num ambiente que lhe ensinou a ser racista. Como diz Nelson Mandela, ninguém nasceu odiando, há um aprendizado, e ele é oferecido tanto no seio familiar quanto nas estruturas sociais. Não só as pessoas, mas as instituições são importantes no combate ao racismo, como as escolas de ensino fundamental e médio, as faculdades, as igrejas, as instâncias de poder. Este trabalho mostra o que é o racismo na Medicina, mas, ao mesmo tempo, ensina também como atos racistas devem ser combatidos nas instituições de ensino e atendimento médicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;O impacto do racismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O manifesto traz, de forma irônica e ilustrativa, termos em latim como nomes de doenças originadas pelo racismo que afetam o atendimento médico e que impactam a pessoa negra atendida. Entre elas, as Doenças do Diagnóstico e da Percepção, como a Morbus Albus Diagnostica (Doença do Diagnóstico Branco) e a Ignorantia Medica Racismi Structuralis (Ignorância Médica sobre o Racismo Estrutural), as Doenças do Tratamento e do Cuidado, como a Syndroma Negligentiae Systemica (Síndrome da Negligência Sistêmica), as Doenças da Urgência e do Atendimento, como a Status Invisibilis (Estado de Invisibilidade), e as Doenças Históricas Sistemáticas, como a Racismus Nosocomialis (Racismo Hospitalar) e a Malum Matris Nigrae Neglectum (O Mal da Negligência à Mãe Negra). Por exemplo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Dyschromia Diagnostica&lt;/strong&gt;: “Distúrbio clínico-institucional caracterizado pela falta de conhecimento, subestimação e diagnóstico tardio de doenças dermatológicas em pacientes negros. A falta de referências e de treinamento médico para identificar manifestações cutâneas em peles não brancas, resulta na omissão de diagnósticos importantes, como melanoma e dermatites graves, além da perpetuação de mitos raciais que influenciam condutas médicas.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Syndroma Analgesia Racialis&lt;/strong&gt;: “Condição estrutural caracterizada pela subestimação sistemática da dor e do sofrimento em pacientes negros, baseada na falsa crença de que possuem maior resistência à dor. Esse viés clínico resulta na inadequação do manejo da dor, impactando diretamente a qualidade de vida e os desfechos clínicos desses pacientes”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Praejudicium Osseum&lt;/strong&gt;: “Condição que afeta médicos e profissionais de saúde, levando-os a agir com viés racial na ortopedia. Essa ‘doença’ se manifesta por meio da crença equivocada de que os ossos de pessoas negras são mais resistentes, resultando em um atendimento desigual e prejudicial que retarda a assistência adequada.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Dementia Negligentia&lt;/strong&gt;: “Condição cognitiva progressiva que reflete a discriminação racial no atendimento à saúde. Caracterizada pelo descaso no diagnóstico e no encaminhamento de pacientes negros para exames de confirmação da doença de Alzheimer e outras demências. A doença provoca a falta de rastreamento precoce, comprometendo as possibilidades terapêuticas.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O manifesto traz também depoimentos reais de quem sofreu esse tipo de racismo no ambiente hospitalar e os números da negligência médica sobre corpos negros, levantados por pesquisas sérias. O exemplo abaixo, de um depoimento assinado por Karyne Calixto, tem uma interseccionalidade do racismo com o abuso e a violência contra a mulher:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Todos os anos, eu acabava internada devido às fortes dores. Um episódio em particular me marcou profundamente, antes mesmo de receber um diagnóstico. Durante uma dessas crises, fui ao Hospital Casa, no centro da cidade, onde fui atendida por um ginecologista – um homem branco. Expliquei meu histórico, e a primeira pergunta dele foi se eu estava grávida. Respondi que não, mas ele insistiu: ‘Tem certeza?’ Ignorando minha negativa, decidiu fazer um exame de toque.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Durante o procedimento, a dor foi insuportável, e eu gritei. Sem qualquer empatia, ele debochou: ‘Nossa, que escândalo! Pra que isso?’ Só então solicitou um exame de sangue. Quando o resultado confirmou que eu não estava grávida, ele ironizou: ‘Olha, que surpresa!’ Saí de lá e procurei outra unidade, onde fui internada por uma semana. Foram mais de cinco anos até finalmente descobrir que o motivo de tantas crises era a endometriose.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:21:16 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202658-projeto-criado-para-conscientizar-sobre-o-racismo-na-medicina-brasileira-ganha-premio-maximo-na-franca-pela-segunda-vez</link>
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    </item>
    <item>
      <title>A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares" title="A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/CAPA-IMG_20260613_090807212.jpeg?1783514390" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/ABRE-IMG_20260613_093152710.jpg" alt="A Medicina Intensiva forma líderes multidisciplinares" width="700" height="527" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
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&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;Estudantes de Medicina da Universidade Federal de Goiás participaram das ações das Ligas Acadêmicas de Medicina em Piracanjuba, no dia 13 de junho, entre elas a de Medicina Intensiva, em evento promovido pelo programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), organizado pela Coordenação de Extensão da FM/UFG&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT; font-size: 12pt;"&gt;Quando a Coordenação de Extensão da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) organizou a primeira edição do programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), em Piracanjuba, no dia 13 de junho, os alunos das Ligas Acadêmicas de Medicina da FM tiveram a oportunidade de exercer o que aprenderam em sala de aula, juntamente com professores que estavam lá para apoiá-los. Uma dessas ligas era a de Medicina Intensiva, especialidade muito importante na prática médica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #000000; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;A Medicina Intensiva existe desde o começo dos anos 1950, quando surgiram as técnicas de ressuscitação, modernizando a gestão e as práticas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), criada na década de 1920. No Brasil, em 1981 foi reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB), e, em 1992, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Segundo os próprios estudantes da Liga, a especialidade tem um papel central nas mudanças recentes, rumo ao futuro, das atividades médicas, porque o médico intensivista lida com diversas áreas dentro da medicina e precisa desenvolver um senso de liderança multidisciplinar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #000000; font-size: 12pt;"&gt;“&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;A medicina intensiva é uma especialidade desafiadora e essencial na assistência a pacientes graves, onde cada segundo faz a diferença. Nossa liga acadêmica oferece uma oportunidade única de imersão no ambiente de terapia intensiva, aproximando os estudantes de medicina da prática em situações críticas”, dizem os alunos da FM no folder da Liga Acadêmica de Medicina Intensiva. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #000000; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;Segundo Adenilson Inácio, aluno do quarto ano de Medicina e um dos integrantes da Liga de intensivistas, ações como as realizadas pelo programa Impacto são fundamentais na formação médica, porque é uma colaboração mútua. “Senti que a população estava extremamente interessada em poder adquirir mais conhecimento sobre saúde. A ação cumpriu esse objetivo. A população queria aprender mais, e os alunos da Medicina, estando presentes aqui, conseguiram fazer a diferença. Eu me sinto com a sensação de dever cumprido”, disse Adenilson, na ocasião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #000000; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;Depois de formados, ao escolherem a Residência em Medicina Intensiva, eles vão lidar com gestão de pacientes e emergências, atuando principalmente na UTI, no domínio da fisiopatologia de doenças críticas, que são qualquer uma que entre em estado crítico, que ameace a vida em falência de órgãos vitais. Geralmente são doenças cardiovasculares, oncológicas, neurológicas e degenerativas (como Alzheimer avançado, Parkinson), ou de insuficiência renal crônica, insuficiência hepática, queimaduras extensas e os resultados de acidentes de toda natureza que afetam o sistema vital.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:43:55 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202611-a-medicina-intensiva-forma-lideres-multidisciplinares</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG concede título de Doutor Honoris Causa ao médico português Rui Nunes</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="UFG concede título de Doutor Honoris Causa ao médico português Rui Nunes" title="UFG concede título de Doutor Honoris Causa ao médico português Rui Nunes" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Z-CAPA-or-Honoris-Causa-DSCN6544.jpg?1783431793" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Z-ABRE-Bioetica-Doutor-Honoris-Causa-DSCN6549.jpg" alt="UFG concede título de Doutor Honoris Causa ao médico português Rui Nunes" width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
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&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda: Rui Gilberto Ferreira (vice-diretor da FM), Marcelo Rabahi (diretor da FM), Camila Cardoso Caixeta (vice-reitora da UFG), Sandramara Matias Chaves (reitora da UFG), José Hiran Gallo (presidente do CFM), Waldemar Naves do Amaral (presidente da Academia Goiana de Medicina) e, ao púlpito, o Doutor Honoris Causa Rui Nunes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O professor de bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), Rui Nunes, foi agraciado ontem (06/07) com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Goiás (UFG), a maior honraria da instituição. A solenidade de entrega do título ocorreu no Teatro Asklepiós, da Faculdade de Medicina da UFG. Estavam presentes no evento, professores, autoridades, amigos do médico, além da mulher, Cristina Nunes, e da filha, Sofia Nunes, que o acompanharam desde Portugal para prestigiá-lo na homenagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Na mesa diretiva composta para homenagear Rui Nunes, estavam presentes junto com ele a reitora da UFG Sandramara Matias Chaves, a vice-reitora da UFG Camila Cardoso Caixeta, o diretor da FM Marcelo Rabahi, o vice-diretor da FM Rui Gilberto Ferreira, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM) José Hiran Gallo e o presidente da Academia Goiana de Medicina (AGM) Waldemar Naves do Amaral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Rui Nunes foi o primeiro médico português a se especializar em bioética em seu país, ao defender sua tese de doutorado intitulada “Questões Éticas do Diagnóstico Pré-Natal da Doença Genética”, em 1996, e ajudando a fundar o Centro de Bioética da Universidade do Porto, no mesmo ano. Desde então, seu prestígio institucional e internacional veio crescendo até se tornar um dos pensadores mais importantes dessa área no mundo, com mais de 30 livros publicados, centenas de artigos acadêmicos, e inúmeros doutores formados sob sua orientação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Atualmente, ele é presidente da Cátedra Internacional de Bioética, instituição que opera em estreita colaboração com a Unesco. Em discurso de saudação ao novo Doutor Honoris Causa pela UFG, o vice-diretor da FM, professor Rui Gilberto Ferreira, disse que seu xará tem “a rara capacidade de conciliar a precisão da técnica cirúrgica com a profundidade da reflexão bioética.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Nas suas relações com o Brasil, Nunes conseguiu criar um programa de doutorado em bioética, numa parceria entre a FMUP e o CFM, tendo formado mais de 50 doutores brasileiros nesta especialidade. Mais recentemente, se tornou o terceiro membro correspondente internacional da Academia Goiana de Medicina. Segundo o presidente da AGM, Waldemar Naves do Amaral, o médico português tem mérito em receber o título de Doutor Honoris Causa pela UFG, criando um vínculo com a instituição e com Goiás, fortalecendo assim a internacionalização da medicina goiana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Influenciado em sua base filosófica, para compreensão e pensamento da bioética, pelos filósofos John Rawls e Amartya Sen, em seu discurso de aceitação do título, Rui Nunes diz que as pessoas fazem a diferença nas organizações, e essa relação entre as instituições de Portugal e Brasil (FMUP e CFM) criou algo que transformou o programa de doutorado em bioética em algo diferente. “Diante da conjuntura geopolítica que o mundo atravessa, e diante da enorme predominância da ciência e da própria bioética econômica, esse espaço pôde ser ocupado, de alguma forma, pela biomédica portuguesa e brasileira, com visão e estratégia de ambos os lados”, pondera.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo Rui Nunes, esse espaço da bioética interatlântica transcendeu os países da lusofonia, chegando sobretudo às nações do Oriente, como a Índia e a China, onde há grandes relações com o pensar bioético luso-brasileiro. Muito disso, diz Nunes, se deve também à visão que o CFM não apenas ajudou a criar, mas aprofundou nos últimos anos, contribuindo com o desenvolvimento de uma “bioética moderna, plural, aberta, com respeito às convenções internacionais, com respeito à diversidade cultural, que aposta no multiculturalismo. Esta é a bioética que defendemos, que respeita a dignidade da pessoa, os direitos humanos fundamentais, a igualdade entre homens e mulheres. É esta a bioética que o mundo quer, que o mundo deseja e que estamos conseguindo defender”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O diretor da FM, Marcelo Rabahi, ressaltou a conjunção entre a consciência e o humanismo no trabalho de Rui Nunes e lembrou que a medicina vive um dos momentos mais desafiadores de sua longa história. “Por isso mesmo, devemos enxergar no outro não a doença que estamos tratando, mas, sim, o ser humano que está ao nosso lado, pois precisamos entregar a ele muito além do que medicamentos e técnicas cirúrgicas, e é o que está marcado na sua história, professor. Para nós, é isso que nos enche de orgulho tê-lo conosco”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, finalizou o evento traçando um perfil da universidade, e mostrando ao novo Doutor Honoris Causa a projeção da instituição, que hoje tem 116 cursos de graduação e uma rica variação de programas de pós-graduação, além de ser pioneira na inclusão efetiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“A UFG foi vanguarda ao criar seu programa de inclusão, possibilitando o acesso a muitos jovens que eram a primeira pessoa da família a ingressar num curso superior, oferecendo programas de promoção de permanência para alunos em situação de vulnerabilidade social, uma assistência estudantil efetiva, por exemplo, com alimentação, desde o café da manhã, almoço, até o jantar. Esta é a universidade que lhe concede o título de Doutor Honoris Causa, professor Nunes, aprovado pelo Conselho Universitário”, diz a reitora, que ainda parabeniza o médico português e lhe dá as boas-vindas, a ele e a sua família.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:53:52 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202584-ufg-concede-titulo-de-doutor-honoris-causa-ao-medico-portugues-rui-nunes</link>
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    <item>
      <title>Diretoria da FM se reúne com ex-alunos para falar sobre a possibilidade de criação de um grupo Alumni</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Diretoria da FM se reúne com ex-alunos para falar sobre a possibilidade de criação de um grupo Alumni" title="Diretoria da FM se reúne com ex-alunos para falar sobre a possibilidade de criação de um grupo Alumni" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Alumni-IMG-20260706-WA0000.jpg?1783346379" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Alumni-IMG-20260706-WA0000.jpg" alt="Diretoria da FM se reúne com ex-alunos para falar sobre a possibilidade de criação de um grupo Alumni" width="700" height="525" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
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&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
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&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A partir da esquerda, Pedro Paulo Teixeira e Silva Torres (médico radiologista do Hospital Israelita Albert Einstein), Cyrillo R. Araújo (médico radiologista do H. Lee Moffitt Cancer Center &amp;amp; Research Institute, com sede em Tampa, Flórida, Estados Unidos), Marcelo Rabahi (diretor da FM) e Hugo Pereira Gama (professor da FM)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Os ex-alunos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), Cyrillo R. Araújo, radiologista do H. Lee Moffitt Cancer Center &amp;amp; Research Institute, da South Florida University, com sede em Tampa, Flórida, Estados Unidos, Pedro Paulo Teixeira e Silva Torres, radiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, e Hugo Pereira Gama, também radiologista e professor da FM, estiveram hoje (06/07) no gabinete da Diretora da FM para conversar sobre a possibilidade da criação de um grupo Alumni.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O conceito de plataforma Alumni já é consagrado em vários instituições de ensino. Trata-se de uma conexão de antigos estudantes com o objetivo de debater ideias contemporâneas e oferecer benefícios mútuos, como acesso a oportunidades de emprego, emissão de diplomas e articulação de networking altamente valorizada.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Alumni é um grupo virtual, e muitas instituições, como a Harvard University, dos EUA, e a Universidade de São Paulo (USP), têm os seus, reunindo milhares de ex-estudantes de vários cursos. A ideia é fazer algo parecido na FM. Segundo o diretor Marcelo Rabahi, a reunião de hoje é o início de um projeto que será trabalhado para criar essa comunidade virtual. “Primeiro, vamos localizar os ex-alunos da FM, e depois vamos organizar o grupo, que atuará como estímulo e cooperação de pesquisa, de trabalho e extensão entre&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;eles. Quem planeja pesquisar nos EUA, por exemplo, poderá ter apoio do plataforma”, diz Rabahi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Se você se formou na Faculdade de Medicina da UFG, e quer fazer parte do seleto grupo, entre em contato com a direção da FM (&lt;a href="mailto:direcao.fm@ufg.br"&gt;direcao.fm@ufg.br&lt;/a&gt;). Até agora já foram identificados 12 ex-alunos da FM nos EUA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:31:25 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202571-diretoria-da-fm-se-reune-com-ex-alunos-para-falar-sobre-a-possibilidade-de-criacao-de-um-grupo-alumni</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Renomado médico português e professor catedrático de bioética, Rui Nunes receberá o título de Doutor Honoris Causa pela UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Renomado médico português e professor catedrático de bioética, Rui Nunes receberá o título de Doutor Honoris Causa pela UFG" title="Renomado médico português e professor catedrático de bioética, Rui Nunes receberá o título de Doutor Honoris Causa pela UFG" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Rui-Nunes-fmup.jpg?1782921650" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/Rui-Nunes-portal-768x506.jpg" alt="Renomado médico português e professor catedrático de bioética, Rui Nunes receberá o título de Doutor Honoris Causa pela UFG" width="700" height="461" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
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&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rui Nunes, professor catedrático de bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e presidente da Cátedra Internacional de Bioética da Unesco, receberá o título de Doutor Honoris Causa pela UFG, na segunda-feira (06/07)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A Reitoria e a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) homenagearão o médico português Rui Nunes com o título de Doutor Honoris Causa, na segunda-feira (06/07). A cerimônia será realizada no Teatro Asklepiós, da FM, às 19h. Nascido na cidade do Porto em 1961, Nunes graduou-se em Medicina e fez doutorado em bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), onde hoje é professor catedrático da especialidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Autor de mais de 30 livros e mais de 300 artigos, Nunes se tornou uma das maiores lideranças globais na área de bioética. Além de ter fundado e presidir a Associação Portuguesa de Bioética, integra o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) de seu país, e em setembro de 2023 assumiu a presidência da Cátedra Internacional de Bioética da Unesco (sigla em inglês para Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As universidades brasileiras conhecem seus livros. Pesquisadores de mestrado e doutorado defendem dissertações e teses utilizando seus conceitos. Por causa disso, mantém fortes relações institucionais com o Brasil. Em 1998, foi criado o Encontro Luso-Brasileiro de Bioética, atualmente presidido em conjunto por Nunes e pelo presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), do Brasil, José Hiran da Silva Galo. As relações ficaram mais estreitas com a criação do Programa de Doutorado em Bioética, em 2007, mantido pela FMUP e pelo CFM.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;De acordo com o SIGARRA (Sistema de Informação da Universidade do Porto), o Programa já formou mais de 50 doutores brasileiros. Em 2025, o CFM entregou 27 diplomas a doutores formados pelo convênio, que disponibiliza, para cada turma, 20 vagas para médicos brasileiros. A seleção mais recente foi para a 16ª turma, cuja lista de aprovação foi divulgada pelo CFM, em maio deste ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Em 2017, Rui Nunes foi eleito acadêmico titular da Academia Nacional de Medicina, de Portugal, e no dia 4 de dezembro de 2025, recebeu o título de Acadêmico Correspondente/Titular da Academia Goiana de Medicina. Na ocasião, ele esteve em Goiânia para a posse. A aproximação com a comunidade médica e acadêmica de Goiás continua com a entrega do título de Doutor Honoris Causa pela UFG. A solenidade será transmitida ao vivo pelo canal oficial da UFG no YouTube (www.youtube.com/@UFGOficial).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Democracia e pluralismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Com largo reconhecimento institucional, Nunes é um humanista preocupado com os direitos individuais à vida numa sociedade cada vez mais tecnicizada. Segundo ele, na introdução de sua tese de doutorado intitulada Questões Éticas do Diagnóstico Pré-Natal da Doença Genética, a evolução da vida humana já não é mais exclusivamente natural. Ela sofre “a influência da inteligência e vontade do homem, que, através de vários recursos ao seu alcance, tem modificado intencionalmente o mundo que o rodeia.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Para proteger a vida, e não deixar que ela seja controlada por mecanismos de poder, por grupos tomadores de decisão, é necessário, portanto, garantir um ambiente plural. Por isso, Nunes afirma que a bioética é filha da democracia e do pluralismo. E ele faz tal afirmação de um lugar onde nasceu a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, em 2005, a Unesco, que redigiu o documento como desdobramento (renovação) da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, redigida pela própria ONU.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Essa discussão está presente em diversos livros de Nunes (não confundir com seu homônimo, o ficcionista português), entre os quais estão &lt;strong&gt;Healthcare as a Universal Human Right: Sustainability in Global Health&lt;/strong&gt; (coautor e organizador, de 2025), &lt;strong&gt;Testamento Vital&lt;/strong&gt; (em coautoria com Helena Pereira de Melo, de 2011), &lt;strong&gt;Diretivas Antecipadas de Vontade&lt;/strong&gt; (publicado em parceria entre FMUP e CFM, de 2016) e &lt;strong&gt;BioÉtica&lt;/strong&gt; (2013).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:05:34 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202411-renomado-medico-portugues-e-professor-catedratico-de-bioetica-rui-nunes-recebera-o-titulo-de-doutor-honoris-causa-pela-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>A psiquiatria se tornou fundamental na política de saúde pública, dizem estudantes de Medicina que escolheram a especialidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="A psiquiatria se tornou fundamental na política de saúde pública, dizem estudantes de Medicina que escolheram a especialidade" title="A psiquiatria se tornou fundamental na política de saúde pública, dizem estudantes de Medicina que escolheram a especialidade" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/30.06.2027-IMG_20260613_091333250.jpg?1782825341" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;table style="width: 704px; height: 570px;" border="0" width="600" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 531px;"&gt;
&lt;td style="width: 700px; height: 531px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/30.06.2027-IMG_20260613_091333250.jpg" alt="A psiquiatria se tornou fundamental na política de saúde pública, dizem estudantes de Medicina que escolheram a especialidade" width="700" height="527" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="height: 46px;"&gt;
&lt;td style="padding-top: 10px; font-family: sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify; width: 700px; height: 46px;" align="justify"&gt;
&lt;div class="gs"&gt;
&lt;div class="   "&gt;
&lt;div class="ii gt adO" jslog="20277; u014N:xr6bB; 1:WyIjdGhyZWFkLWY6MTg2NTA4OTY5NjkyMzgwMzAwMCJd; 4:WyIjbXNnLWY6MTg2NTEwNDc0NTgyNjcwNDc5MiIsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMywyLFsxLDAsMF0sNTEsMzM0LG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCwyLG51bGwsbnVsbCxbMl0sbnVsbCxudWxsLG51bGwsbnVsbCxudWxsLG51bGwsMCwwXQ.." id=":12i"&gt;
&lt;div class="a3s aiL " id=":12j"&gt;
&lt;div id="avWBGd-183"&gt;
&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;p&gt;Estudantes da Liga de Psiquiatria da FM/UFG, em atendimento durante o Impacto, em Piracanjuba. A partir da esquerda: Luís Filipe Dias Marinho, Maria Luisa Alves Pontes e Gabriel Caixeta&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Desde sua criação no século XVIII, com Philippe Pinel, a psiquiatria mudou muito. Se a demanda na sua origem era tirar os “loucos” (alienados e desajustados) da masmorra, onde também se confinavam os criminosos comuns, hoje, ela desempenha um papel fundamental na política de saúde pública, principalmente no que diz respeito a males como ansiedade e depressão, que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), se tornaram epidemias silenciosas no século XXI. &lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Os profissionais dessa área se equilibram entre a sensibilidade de entender o ser humano na sua vulnerabilidade e o cuidado de si mesmos, porque também são humanos nadando no mesmo rio da existência. Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), que escolheram a especialidade para representar nas Ligas Acadêmicas de Medicina, falam sobre as principais demandas da profissão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Defendemos muito que a psiquiatria é para todo mundo”, diz Jude Dalila Lima Almeida, estudante de Medicina da UFG, presidente da Liga de Psiquiatria, que estava na cidade de Piracanjuba no dia 13 de junho, onde as Ligas atenderam a população local, no programa Integração Médica para Apoio às Comunidades e Tratamento Orientado (Impacto), organizado pela Coordenação de Extensão da FM. Segundo Jude, o grupo da Liga estava ali para fazer uma ação focada no transtorno do vício em apostas online, oferecidos pelas casas chamadas bets.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Esse tipo de vício, diz Jude, causa impactos de pelo menos três naturezas, mental, física e financeira. Ou seja, é um devastador combo de prejuízo multisetorial. Não é à toa que a imprensa, que não esteja envolvida nos altos ganhos com publicidade das bets, tem reportado casos de pessoas que perdem tudo muito rapidamente.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“No começo, tem toda a adrenalina envolvida, a sensação de euforia e expectativa de ganhar dinheiro, mas depois vêm as dívidas, e aí, o apostador começa a se desestruturar completamente. E ele não sabe procurar ajuda, não entende bem o que está acontecendo. Além disso, contra ele há uma coisa que o viciado em drogas ilícitas não tem, a publicidade avassaladora das bets toda hora na cara dele”, diz Jude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A essa altura, a pessoa já está desestabilizada mental e financeiramente, e tudo a seu redor pode começar a ruir. Depois disso, se não tiver um apoio sólido da família para buscar ajuda, é só ladeira abaixo. A ansiedade e os transtornos psíquicos impactam&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;o corpo, podendo induzir a pessoa a se automutilar, ou a ter transtornos gastrointestinais, como gastrite, diarreia. “Muito disso está associado à ansiedade e à depressão”, diz Jude.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Segundo ela, a depressão em si é um transtorno neuroinflamatório, ou seja, que faz o cérebro inflamar. Isso faz afetar os hormônios e sua funcionalidade no dia a dia, e, como consequência, afeta também a imunidade do corpo. Por isso, muitas outras doenças para a quais a pessoa tem predisposição podem aparecer. “Veja o que uma depressão acarreta. O vício do jogo é um fator de risco para outros transtornos, outros sintomas psiquiátricos e também para outros vícios, como o uso abusivo de substâncias tóxicas”, diz Jude.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Impacto social&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O impacto mental decorrente do abismo entre expectativa e realidade provocado pelo vício em apostas online pode levar pessoas ao suicídio, ou elas acabam se tornando mais violentas. “Isso tem um impacto social muito grande nas famílias, que vão ficando desacopladas, e o vínculo familiar começa a se perder”, comenta Jude. Segundo ela, a psiquiatria ajuda pessoas a se reequilibrarem, com terapias e uso de medicação, mas não é um trabalho que se faça unilateralmente. Muitas pessoas que passam por problemas de dependência, precisam de acompanhamento de psicólogos e de assistentes sociais também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;No dia desse atendimento em Piracanjuba, o grupo da Liga de Psiquiatria atendeu algumas pessoas, entre elas, uma jovem senhora cujo caso era do marido que se viciara em bets. “A família ruiu, eles se divorciaram, e o ex-marido tentou o suicídio. Ela acabou se emocionando muito aqui na nossa frente”, disse a futura médica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Exercícios de semiologia como estes que os estudantes da FM fazem são importantes. No caso da psiquiatria, demonstram o quanto a especialidade entrou nas questões sociais, a ponto de hoje ser fundamental nas políticas de saúde pública. Segundo&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;o estudante Gabriel Caixeta, vice-presidente da Liga de Psiquiatria, tratar enfermidades como o vício em apostas é uma tarefa complexa porque as pessoas têm dificuldade de notar que é um problema. “Por isso, é importante o apoio da família, e é bom também buscar apoio especializado em redes como o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS)”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:01:50 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202361-a-psiquiatria-se-tornou-fundamental-na-politica-de-saude-publica-dizem-estudantes-de-medicina-que-escolheram-a-especialidade</link>
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      <title>Diretoria da FM analisa concessão de título de Professor Emérito a Carlos Inácio de Paula</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="fm" title="fm" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/FM1.jpg?1780072422" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/PORTARIA_SIG_6229967.pdf"&gt;&lt;span&gt;PORTARIA Nº 3395 DE 28 DE MAIO DE 2026&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Reitora da Universidade Federal de Goiás, Sandrama Matias Chaves, por meio da Portaria acima, designou o professor Marcelo Rabahi (diretor da FM), juntamente com outros professores, para analisar a concessão do título de "Professor Emérito" ao Professor aposentado Carlos Inácio de Paula.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:03:09 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202300-diretoria-da-fm-analisa-concessao-de-titulo-de-professor-emerito-a-carlos-inacio-de-paula</link>
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      <title>Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto" title="Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/29.06.2026-Show_do_Esqueleto_5_%28CAPA%29.jpg?1782732448" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/29.06.2026-Show_do_Esqueleto_8.jpg" alt="Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto" width="700" height="525" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Foi realizado no dia 25 de junho, no Teatro Goiânia, o Show do Esqueleto, uma tradicional festa dos estudantes de Medicina da Universidade Federal de Goiás, montada pelo Centro Acadêmico XXI de Abril (CAXXIA). Inspirado no teatro de revista, o evento, que mistura esquetes de humor, dança e dramatização satírica do cotidiano com acentuada crítica social, existe desde 1962. Este ano, subiram ao palco mais de 90 alunos da instituição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A festa dos estudantes tem legitimidade não só pelo sucesso e pela tradição que conquistaram ao longo dos anos, mas também pela estreita relação que a palavra humor tem com a medicina. Foram os médicos gregos os primeiros a utilizarem a palavra humor (em grego, khumo; e em latim, umos; que significa simplesmente líquido), não como riso, mas como descrição dos quatro líquidos fundamentais do corpo humano: sangue, fleuma, bile amarela e bile negra. Depois, a palavra passou a designar o temperamento humano, e a partir do século XVII entrou no vocabulário como sinônimo de comicidade, ou vibração cômica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Na noite do dia 25, os futuros médicos mostraram que a humanização da medicina passa pelo humor e pela arte como um todo, apresentando um belíssimo espetáculo, que nasceu justamente para combater o trote violento contra os calouros, colocando no lugar da dor o riso. Estiveram presentes no evento, além de alunos e ex-alunos com seus familiares, professores, servidores técnicos da universidade e público geral.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/29.06.2026-Show_do_Esqueleto_7.jpg" alt="Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto" width="700" height="525" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Estiveram presentes no Teatro Goiânia para prestigiar o Show do Esqueleto, além de alunos e ex-alunos da FM, junto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;com seus familiares e amigos,  professores e servidores técnicos, como, a partir da esquerda: Sebastião Leite (vice-coordenador&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;do curso de Medicina), Izildinha Jorge (coordenadora administrativa da FM), Eliane Terezinha (coordenadora do curso&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;de Medicina), Edward Madureira Brasil (ex-reitor da UFG) e Rui Gilberto Ferreira (vice-diretor da FM)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/29.06.2026-Show_do_Esqueleto_2.jpg" alt="Alunos da Faculdade de Medicina mostram que no lugar da dor é melhor o riso, com Show do Esqueleto" width="700" height="525" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:52:28 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202292-alunos-da-faculdade-de-medicina-mostram-que-no-lugar-da-dor-e-melhor-o-riso-com-show-do-esqueleto</link>
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      <title>Edital de Monitoria: Ortopedia e Traumatologia (FM/UFG)</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="fm" title="fm" src="http://medicina.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/FM1.jpg?1780072422" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-path-to-node="1"&gt;Está aberto o processo seletivo de monitoria em Ortopedia e Traumatologia.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Quem pode participar: Alunos do 5º ano de Medicina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vagas: 02 vagas (01 Remunerada + 01 Voluntária).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrição/Seleção: Prova escrita no dia 02/07/2026, às 7h, no próprio Departamento.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Obrigatório: Levar o extrato acadêmico impresso no momento da prova.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/148/o/PLANO_Ortopedia_2026_%283%29_%283%29.docx"&gt;&lt;strong&gt;Edital&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 07:13:14 -0300</pubDate>
      <link>https://medicina.ufg.br/n/202290-edital-de-monitoria-ortopedia-e-traumatologia-fm-ufg</link>
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